"“Então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32)."
O amor de Deus nos faz completamente livres. Contudo, a única forma de entendermos o Seu amor por nós é olhando firmemente para Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo. Ele declarou: “Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.36). Somos livres em Jesus! A expressão “verdadeiramente” evidencia um fato bendito que para Deus já é uma realidade. Através do sacrifício do Cordeiro de Deus na cruz, Ele nos fez participantes da Sua vitória sobre a morte. “E havendo riscado o escrito de dívida que havia contra nós nas suas ordenanças, o qual nos era contrário, removeu-o do meio de nós, cravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, os exibiu publicamente e deles triunfou na mesma cruz” (Cl 2.14,15). O diabo está mortalmente ferido. Paulo disse: “Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte” (1Co 15.26). Observe que ele estava considerando este fato na perspectiva humana, porque na mente de Deus, a morte já está vencida. Nós temos a mente de Cristo, por isso consideramos o inimigo completamente derrotado. No Calvário fomos atraídos para Jesus Cristo e incluídos na Sua morte. É maravilhoso viver “sabendo isto: que o nosso homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado” (Rm 6.6). Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo! Ninguém mais poderia fazer o que Ele fez por nós. Ele nos deu vida, estando nós mortos em nossos delitos e pecados. Mas ao terceiro dia, segundo as Escrituras, o Leão da Tribo de Judá despertou na sepultura e liberou o seu brado de vitória, colocando os inimigos debaixo dos Seus pés. O cetro do valente foi quebrado e o jugo despedaçado para sempre! “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” (1Co 15.55). O mundo foi vencido, o diabo derrotado e o corpo do pecado desfeito. Pela fé, podemos declarar a nossa completa libertação em Cristo Jesus.
domingo, 29 de novembro de 2009
ORVALHO DE DEUS
"Eu serei para Israel como o orvalho. Ele florescerá como o lírio e lançará as suas raízes como o Líbano. (Os 14.5)"
O orvalho cai no silêncio da noite, regando a terra com o seu frescor. Da mesma forma, o Espírito Santo rega as nossas almas com a Sua unção, trazendo refrigério para as nossas vidas. Quando a natureza se cala e descansa na soberania do Criador, o orvalho desce como um manto para abençoar toda a criação. Talvez, seja este o motivo porque tantas pessoas estão vivendo inquietas e atormentadas. Elas vivem sem o orvalho de Deus. São pessoas ansiosas, impacientes, agitadas e cansadas. Elas não foram orvalhadas ou ungidas com o refrigério do Espírito Santo porque não se calam e nem descansam. Mas assim diz o Senhor: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus”. Jó disse: “Quem gerou as gotas do orvalho?”. (Jó 38.28) Você não pode produzir o orvalho, mas pode recebê-lo. Embora ele desça silenciosamente durante a noite, seu benefício para a terra é fundamental. Assim é a nossa vida, quando estamos vivendo na fé da Palavra de Deus. A noite pode ser escura e cheia de lágrimas, mas nós sabemos que o Sol nascerá. (Sl 30.5) Mesmo que o trabalho de Deus seja silencioso, não o despreze. “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera”. (Is 64.4) Pare de murmurar e deixe Deus trabalhar. Ouça a profecia de Oséias e deixe Deus ser como o orvalho para você! Enquanto a noite não chega, o orvalho não desce. Creia que ele trará consigo a palavra viva, o maná da manhã.“E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele”. (Nm 11.9) Esta Palavra ungida de provisão já está sobre a sua vida! “Porque haverá semente de prosperidade; a vide dará o seu fruto, e a terra dará a sua novidade, e os céus darão o seu orvalho; e farei que o restante deste povo herde tudo isto”. (Zc 8.12)
O orvalho cai no silêncio da noite, regando a terra com o seu frescor. Da mesma forma, o Espírito Santo rega as nossas almas com a Sua unção, trazendo refrigério para as nossas vidas. Quando a natureza se cala e descansa na soberania do Criador, o orvalho desce como um manto para abençoar toda a criação. Talvez, seja este o motivo porque tantas pessoas estão vivendo inquietas e atormentadas. Elas vivem sem o orvalho de Deus. São pessoas ansiosas, impacientes, agitadas e cansadas. Elas não foram orvalhadas ou ungidas com o refrigério do Espírito Santo porque não se calam e nem descansam. Mas assim diz o Senhor: “Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus”. Jó disse: “Quem gerou as gotas do orvalho?”. (Jó 38.28) Você não pode produzir o orvalho, mas pode recebê-lo. Embora ele desça silenciosamente durante a noite, seu benefício para a terra é fundamental. Assim é a nossa vida, quando estamos vivendo na fé da Palavra de Deus. A noite pode ser escura e cheia de lágrimas, mas nós sabemos que o Sol nascerá. (Sl 30.5) Mesmo que o trabalho de Deus seja silencioso, não o despreze. “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera”. (Is 64.4) Pare de murmurar e deixe Deus trabalhar. Ouça a profecia de Oséias e deixe Deus ser como o orvalho para você! Enquanto a noite não chega, o orvalho não desce. Creia que ele trará consigo a palavra viva, o maná da manhã.“E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele”. (Nm 11.9) Esta Palavra ungida de provisão já está sobre a sua vida! “Porque haverá semente de prosperidade; a vide dará o seu fruto, e a terra dará a sua novidade, e os céus darão o seu orvalho; e farei que o restante deste povo herde tudo isto”. (Zc 8.12)
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
ANDE NOS PRIMEIROS CAMINHOS
E o SENHOR foi com Josafá, porque andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai, e não buscou baalins. (2 Crônicas 17.3)
A Palavra diz que a razão de o Senhor ter sido com Josafá foi ele ter andado nos primeiros caminhos de Davi, seu ancestral – sem dúvida, isso não inclui o erro de Davi por ter-se envolvido com Bateseba.
Naquele tempo, a Bíblia ainda não estava completa. Hoje, não se deve ter pessoa alguma como padrão para andar de acordo com o que ela diz ou faz, mas conforme a orientação da Palavra de Deus. “Nos primeiros caminhos de Davi” significa: nas revelações que foram dadas a ele, pois, ao se consagrar, recebeu o que ninguém ainda havia recebido do Senhor.
NÃO SE DESVIE - Quem quer ter sucesso na vida espiritual deve também andar nesses primeiros caminhos, os quais, na verdade, não eram somente de Davi, mas são de todos nós, visto que são orientações seguras de Deus que dão sabedoria e sucesso a quem nelas anda.
Não podemos nos desviar para a direita nem para a esquerda, mas ficar firmes no que o Altíssimo nos revela. Josafá não buscou a baalins (deuses, superstições, sacrifícios etc.). Algumas pessoas, mesmo dizendo-se de Deus, quando passam por crises, criam mitos, ídolos ou procuram indivíduos considerados ungidos, especiais ou aptos a resolverem seus casos. Outras são orientadas a praticar certas coisas para obterem graças. Josafá, por certo, também recebeu conselhos semelhantes, mas recusou recorrer a baalins.
NOSSO REFÚGIO - É na Palavra de Deus que devemos nos abrigar quando os ventos infernais se lançam contra nossa vida. Nela, encontramos a resposta certa, a direção segura e o poder necessário para operar em nossa vida.
Quem andar nos primeiros caminhos de Davi, no temor do Senhor, em respeito ao que está escrito, sem dúvida, irá experimentar que o Pai é a Força da sua vida, como foi para Davi. Tal pessoa haverá de obter vitórias como o rei de Israel obteve, pois o que as Escrituras revelam são direções para quem deseja ser usado pelo Senhor por meio do Seu poder.
A Palavra diz que a razão de o Senhor ter sido com Josafá foi ele ter andado nos primeiros caminhos de Davi, seu ancestral – sem dúvida, isso não inclui o erro de Davi por ter-se envolvido com Bateseba.
Naquele tempo, a Bíblia ainda não estava completa. Hoje, não se deve ter pessoa alguma como padrão para andar de acordo com o que ela diz ou faz, mas conforme a orientação da Palavra de Deus. “Nos primeiros caminhos de Davi” significa: nas revelações que foram dadas a ele, pois, ao se consagrar, recebeu o que ninguém ainda havia recebido do Senhor.
NÃO SE DESVIE - Quem quer ter sucesso na vida espiritual deve também andar nesses primeiros caminhos, os quais, na verdade, não eram somente de Davi, mas são de todos nós, visto que são orientações seguras de Deus que dão sabedoria e sucesso a quem nelas anda.
Não podemos nos desviar para a direita nem para a esquerda, mas ficar firmes no que o Altíssimo nos revela. Josafá não buscou a baalins (deuses, superstições, sacrifícios etc.). Algumas pessoas, mesmo dizendo-se de Deus, quando passam por crises, criam mitos, ídolos ou procuram indivíduos considerados ungidos, especiais ou aptos a resolverem seus casos. Outras são orientadas a praticar certas coisas para obterem graças. Josafá, por certo, também recebeu conselhos semelhantes, mas recusou recorrer a baalins.
NOSSO REFÚGIO - É na Palavra de Deus que devemos nos abrigar quando os ventos infernais se lançam contra nossa vida. Nela, encontramos a resposta certa, a direção segura e o poder necessário para operar em nossa vida.
Quem andar nos primeiros caminhos de Davi, no temor do Senhor, em respeito ao que está escrito, sem dúvida, irá experimentar que o Pai é a Força da sua vida, como foi para Davi. Tal pessoa haverá de obter vitórias como o rei de Israel obteve, pois o que as Escrituras revelam são direções para quem deseja ser usado pelo Senhor por meio do Seu poder.
Vendei o que tendes, e dai esmolas, e fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão, e a traça não rói (Lucas 12.33).
Dentre tantas coisas que devemos fazer aqui, na Terra, para a nossa felicidade eterna, uma delas é desconhecida pela maioria das pessoas: fazer tesouro nos céus que nunca acabe. Há indivíduos que têm mais de um emprego; outros se esforçam para conseguir juntar um pouco mais; há gente preocupada com a velhice e, por isso, começa a adquirir bens para conseguir manter-se. Tudo isso é certo, mas Jesus falou sobre fazer tesouro nos céus.
Você já tinha pensado nesse ensinamento do Senhor? Eu confesso que, somente depois de mais de dez anos servindo a Cristo, dei atenção à expressão usada: fazer tesouro nos céus. Jamais havia pensado que, aqui neste mundo, posso construir tesouro onde ladrão não entra e que nem traça rói. O Mestre falou também acerca de bolsas que não envelhecem nem deterioram, e o que colocarmos nela estará em segurança. Mas o que é isso e como fazer tal coisa?
Perde muito quem não abre a mão para ajudar na evangelização dos perdidos. Quem não dá um copo da Água da Vida aos milhões de sedentos, que, por este mundo afora, vivem bebendo das águas contaminadas e poluídas, as quais somente fazem mal, não constrói tais bolsas. Eles precisam da nossa ajuda, da nossa esmola. Na verdade, se todos os filhos de Deus ajudassem as agências missionárias, a cota de cada um seria uma mísera esmola. No entanto, como poucos ajudam, alguns estão construindo verdadeiros tesouros. Lá, sem dúvida, esses servos de Deus serão ricos.
Nenhum ensinamento trazido pelo Mestre é de pouco valor. Ao contrário, Ele falou somente o que é verdade. Quem tem juízo ouve a orientação de Jesus, põe Seu ensinamento em prática e não o descarta nunca, ainda que esteja passando por alguma situação difícil. O Senhor Deus estará sempre com Seu olhar voltado para quem Lhe obedece.
Fazendo o bem aqui, na Terra, o verdadeiro tesouro é feito – depositado no Reino dos Céus.
A minha oração é que você faça bolsas que não envelheçam e tesouro que não acabe.
Dentre tantas coisas que devemos fazer aqui, na Terra, para a nossa felicidade eterna, uma delas é desconhecida pela maioria das pessoas: fazer tesouro nos céus que nunca acabe. Há indivíduos que têm mais de um emprego; outros se esforçam para conseguir juntar um pouco mais; há gente preocupada com a velhice e, por isso, começa a adquirir bens para conseguir manter-se. Tudo isso é certo, mas Jesus falou sobre fazer tesouro nos céus.
Você já tinha pensado nesse ensinamento do Senhor? Eu confesso que, somente depois de mais de dez anos servindo a Cristo, dei atenção à expressão usada: fazer tesouro nos céus. Jamais havia pensado que, aqui neste mundo, posso construir tesouro onde ladrão não entra e que nem traça rói. O Mestre falou também acerca de bolsas que não envelhecem nem deterioram, e o que colocarmos nela estará em segurança. Mas o que é isso e como fazer tal coisa?
Perde muito quem não abre a mão para ajudar na evangelização dos perdidos. Quem não dá um copo da Água da Vida aos milhões de sedentos, que, por este mundo afora, vivem bebendo das águas contaminadas e poluídas, as quais somente fazem mal, não constrói tais bolsas. Eles precisam da nossa ajuda, da nossa esmola. Na verdade, se todos os filhos de Deus ajudassem as agências missionárias, a cota de cada um seria uma mísera esmola. No entanto, como poucos ajudam, alguns estão construindo verdadeiros tesouros. Lá, sem dúvida, esses servos de Deus serão ricos.
Nenhum ensinamento trazido pelo Mestre é de pouco valor. Ao contrário, Ele falou somente o que é verdade. Quem tem juízo ouve a orientação de Jesus, põe Seu ensinamento em prática e não o descarta nunca, ainda que esteja passando por alguma situação difícil. O Senhor Deus estará sempre com Seu olhar voltado para quem Lhe obedece.
Fazendo o bem aqui, na Terra, o verdadeiro tesouro é feito – depositado no Reino dos Céus.
A minha oração é que você faça bolsas que não envelheçam e tesouro que não acabe.
SE O SENHOR SE RETIRAR.
Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Eu retiro-me, e buscar-me-eis e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou não podeis vós ir (João 8.21).
Depois de Se declarar Filho de Deus e não ser aceito pelos judeus, Jesus os advertiu de que Se retiraria. Quando temos o entendimento de quem é o Mestre, do que Ele pode fazer por nós e de Sua plena vontade, mas, mesmo assim, não O aceitamos, Ele Se retira. Não adianta procurá-lO, pois o lugar onde Ele Se refugia é inacessível ao homem. Sem Jesus, a pessoa morre em seus pecados. É impossível ir aonde o Senhor Se encontra.
Os judeus dos dias de Jesus ouviram da boca do Mestre que Ele era o Filho de Deus. O Senhor disse até que o Pai testificava dEle. No entanto, eles estavam tão apegados à religião, que não abriram o coração para a revelação da Palavra. Jesus, então, disse que, se continuasse daquela maneira, iria afastar-Se.
Quão triste é quando o Senhor Se retira. Se isso acontecer, a voz que martela na consciência quando erramos deixará de nos advertir, os nossos ouvidos espirituais já não receberão o som da boca de Deus, os nossos olhos do coração não verão mais o caminho a seguir e ficaremos desnorteados. As experiências que tínhamos quando ouvíamos a pregação desaparecem, e passamos a nos ocupar com assuntos materiais em meio a todo tipo de embaraço criado pelo inimigo.
As pessoas de quem o Senhor Se retira procuram a verdade na ciência, mas não a encontram; nas religiões, porém, lá, ela também não está; no dinheiro, mas descobrem que ele não traz felicidade; no pecado, mas só conseguem remorso. Quem é abandonado pelo Senhor vive no mais miserável estado que o homem pode conhecer.
A pessoa que não tem Jesus em seu viver é escrava do inimigo, o qual a dirige para onde deseja. Algumas caem na prostituição, na desonestidade, nos vícios, em caminhos tortuosos e práticas delituosas. Outras, sem o Senhor como cabeça de sua vida, experimentam muitos sofrimentos. Muitas estão colecionando cirurgias, acidentes, casamentos, falências etc. Verdadeiramente, aquelas que não têm Jesus não vivem – morrem em seus pecados.
O cientista pode esforçar-se para encontrar a paz no tubo de ensaio, mas não a conseguirá. Os estadistas não a encontrarão nos tratados, nem os militares, nas guerras. Sem o Filho de Deus, não há paz nem sucesso. Por mais que se esforce o homem, ele não chegará ao lugar onde está o Senhor.
Depois de Se declarar Filho de Deus e não ser aceito pelos judeus, Jesus os advertiu de que Se retiraria. Quando temos o entendimento de quem é o Mestre, do que Ele pode fazer por nós e de Sua plena vontade, mas, mesmo assim, não O aceitamos, Ele Se retira. Não adianta procurá-lO, pois o lugar onde Ele Se refugia é inacessível ao homem. Sem Jesus, a pessoa morre em seus pecados. É impossível ir aonde o Senhor Se encontra.
Os judeus dos dias de Jesus ouviram da boca do Mestre que Ele era o Filho de Deus. O Senhor disse até que o Pai testificava dEle. No entanto, eles estavam tão apegados à religião, que não abriram o coração para a revelação da Palavra. Jesus, então, disse que, se continuasse daquela maneira, iria afastar-Se.
Quão triste é quando o Senhor Se retira. Se isso acontecer, a voz que martela na consciência quando erramos deixará de nos advertir, os nossos ouvidos espirituais já não receberão o som da boca de Deus, os nossos olhos do coração não verão mais o caminho a seguir e ficaremos desnorteados. As experiências que tínhamos quando ouvíamos a pregação desaparecem, e passamos a nos ocupar com assuntos materiais em meio a todo tipo de embaraço criado pelo inimigo.
As pessoas de quem o Senhor Se retira procuram a verdade na ciência, mas não a encontram; nas religiões, porém, lá, ela também não está; no dinheiro, mas descobrem que ele não traz felicidade; no pecado, mas só conseguem remorso. Quem é abandonado pelo Senhor vive no mais miserável estado que o homem pode conhecer.
A pessoa que não tem Jesus em seu viver é escrava do inimigo, o qual a dirige para onde deseja. Algumas caem na prostituição, na desonestidade, nos vícios, em caminhos tortuosos e práticas delituosas. Outras, sem o Senhor como cabeça de sua vida, experimentam muitos sofrimentos. Muitas estão colecionando cirurgias, acidentes, casamentos, falências etc. Verdadeiramente, aquelas que não têm Jesus não vivem – morrem em seus pecados.
O cientista pode esforçar-se para encontrar a paz no tubo de ensaio, mas não a conseguirá. Os estadistas não a encontrarão nos tratados, nem os militares, nas guerras. Sem o Filho de Deus, não há paz nem sucesso. Por mais que se esforce o homem, ele não chegará ao lugar onde está o Senhor.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
SALMO 57.
Tem misericórdia de mim ,ó Deus , tem misericórdia de mim , porque a minha alma confia em ti; e à sombra das tuas asas me abrigo ,até que passem as calamidades. Clamarei ao Deus Altíssimo, ao Deus que por mim tudo executa. Ele dos céus enviará seu auxilio e me salvará do desprezo daquele que procurava devorar-me .Deus enviará a sua misericórdia e a sua verdade . A minha alma esta entre leões, e eu estou entre aqueles que estão abrasados ,filhos dos homens ,cujos dentes são lanças e flechas ,e cuja língua é espada afiada. Sê exaltado ,ó Deus , sobre os céus ; seja a tua glória sobre toda a terra. Armaram uma rede ao meus passos , e a minha alma ficou abatida; cavaram uma cova diante de mim ,mas foram eles que caíram. Preparado está o meu coração , ó Deus , preparado está o meu coração; cantarei e salmodiarei . Desperta , glória minha ! Desperta , alaúde e harpa! Eu mesmo despertarei ao romper da alva. LOUVAR -TE-EI , Senhor , entre os povos ; cantar-te-ei entre as nações . Pois a tua misericórdia é grande até aos céus , e a tua verdade até as nuvens . Sê exaltado , ó Deus ,sobre os céus ; e seja a tua glória sobre toda a terra.
domingo, 15 de novembro de 2009
Pecado, pecadinho e Pecadão !!!!!
Será que pecado é tudo igual?
A princípio, podemos dizer que sim, pois Deus é Santo, Puro e Perfeito, tendo criado nossa mente, corpo e espírito para Seu louvor.
Contudo, examinando as Escrituras, como Jesus nos ensinou, percebemos que certos atos e pecados Deus abomina com mais veemência (abominar vem do original toebhah, expressando o maior grau de aversão). As pessoas erram, até porque a maioria dos erros não tem conseqüências imediatas – Ec.8.11. (leia antes de prosseguir a leitura).
Vejamos o que o Senhor abomina: Pv. 3.32; 6.16; 11.1; 16.5; 17.15; 20.10; Lv.18; 24.14; Dt.7.25,26; 18.9-14; 27.15-26; I Sm.15.23; Mt.12.31,32.
Quem peca pode contar com o perdão de Deus, embora nem sempre possa livrar-se de suas conseqüências. Daí a diferença entre um pecado e outro.Caso 1: O cidadão olha para uma mulher e deseja estar com ela, cobiçando seu corpo. Em seu coração ele pecou – Mt.5.28 – e ao arrepender-se alcançará o perdão – I Jo.1.9.
Caso 1.1: O cidadão não só deseja, mas efetivamente tem uma “relação amorosa” com uma mulher. Após o pecado ele se arrepende (Sl.37.24) e Deus o perdoa. Porém, há conseqüências: a) esta mulher pode nunca se converter pelo seu mal testemunho e ele ser acusado no dia do juízo pela condenação dela! b) ele pode contrair AIDS; c) ela pode engravidar e ele terá que pagar pensão à criança; d) se for casado, não pode deixar de confessar para sua mulher; e) se ela for casada, ele terá que enfrentar o ciúme do marido no dia da vingança (Pv.6.34,35 é muito forte!).
Caso 2: Alguém fica com mágoa de outrem e o aborrece. Para Deus é como o pecado de homicídio. Quando perdoa o seu próximo, a mágoa se vai e tudo se resolve.
Caso 2.1: No caso dos irmãos de José que o venderam e simularam sua morte, a incerteza sobre seu destino e a culpa pelo pecado os acompanharam por anos (Gn.42.21), sendo o motivo de seu tormento.
Caso 2.2: Ainda, se alguém pratica um assassinato tem de cumprir pena, mesmo que convertido e perdoado por Deus.
Caso 3: Há diferentes conseqüências se um novo convertido errar e um Pastor incutir no mesmo erro deste neófito.
Caso 4: O erro de Adão e Eva levou Deus a ter de sacrificar Seu próprio Filho.
Caso 5: Quem mente é considerado filho do diabo, mesmo que sua mentira não tenha prejudicado a ninguém, ou tenha sido por uma boa causa, ou tenha sido a mentira social, a misericordiosa, a sem maldade, a contada para o bem...
Como se vê, há pecados e pecados. A quem muito foi dado, muito será cobrado.
“Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda.” Ap.22.11.
Cuide-se!!!
A princípio, podemos dizer que sim, pois Deus é Santo, Puro e Perfeito, tendo criado nossa mente, corpo e espírito para Seu louvor.
Contudo, examinando as Escrituras, como Jesus nos ensinou, percebemos que certos atos e pecados Deus abomina com mais veemência (abominar vem do original toebhah, expressando o maior grau de aversão). As pessoas erram, até porque a maioria dos erros não tem conseqüências imediatas – Ec.8.11. (leia antes de prosseguir a leitura).
Vejamos o que o Senhor abomina: Pv. 3.32; 6.16; 11.1; 16.5; 17.15; 20.10; Lv.18; 24.14; Dt.7.25,26; 18.9-14; 27.15-26; I Sm.15.23; Mt.12.31,32.
Quem peca pode contar com o perdão de Deus, embora nem sempre possa livrar-se de suas conseqüências. Daí a diferença entre um pecado e outro.Caso 1: O cidadão olha para uma mulher e deseja estar com ela, cobiçando seu corpo. Em seu coração ele pecou – Mt.5.28 – e ao arrepender-se alcançará o perdão – I Jo.1.9.
Caso 1.1: O cidadão não só deseja, mas efetivamente tem uma “relação amorosa” com uma mulher. Após o pecado ele se arrepende (Sl.37.24) e Deus o perdoa. Porém, há conseqüências: a) esta mulher pode nunca se converter pelo seu mal testemunho e ele ser acusado no dia do juízo pela condenação dela! b) ele pode contrair AIDS; c) ela pode engravidar e ele terá que pagar pensão à criança; d) se for casado, não pode deixar de confessar para sua mulher; e) se ela for casada, ele terá que enfrentar o ciúme do marido no dia da vingança (Pv.6.34,35 é muito forte!).
Caso 2: Alguém fica com mágoa de outrem e o aborrece. Para Deus é como o pecado de homicídio. Quando perdoa o seu próximo, a mágoa se vai e tudo se resolve.
Caso 2.1: No caso dos irmãos de José que o venderam e simularam sua morte, a incerteza sobre seu destino e a culpa pelo pecado os acompanharam por anos (Gn.42.21), sendo o motivo de seu tormento.
Caso 2.2: Ainda, se alguém pratica um assassinato tem de cumprir pena, mesmo que convertido e perdoado por Deus.
Caso 3: Há diferentes conseqüências se um novo convertido errar e um Pastor incutir no mesmo erro deste neófito.
Caso 4: O erro de Adão e Eva levou Deus a ter de sacrificar Seu próprio Filho.
Caso 5: Quem mente é considerado filho do diabo, mesmo que sua mentira não tenha prejudicado a ninguém, ou tenha sido por uma boa causa, ou tenha sido a mentira social, a misericordiosa, a sem maldade, a contada para o bem...
Como se vê, há pecados e pecados. A quem muito foi dado, muito será cobrado.
“Quem é injusto faça injustiça ainda; e quem está sujo suje-se ainda; e quem é justo faça justiça ainda; e quem é santo seja santificado ainda.” Ap.22.11.
Cuide-se!!!
Are you afraid ?
Job was a man of God. Even the Lord spoke of him with respect: "...Have you considered my servant Job? There is no one on earth like him; he is blameless and upright, a man who fears God and shuns evil." (Job 1:8).
The cause of Job's suffering has been long debated. I once read that he suffered because he wasn't a faithful tither. I respect all opinions, but Job himself diagnosed the cause of his suffering: "What I feared has come upon me; what I dreaded has happened to me." (Job 3:25).
Understand this: Fear is an open door for the devil to enter into a person's life. Close this door with the Word of God. Pay attention to Biblical declarations that will help you in this endeavor. "The LORD is my light and my salvation whom shall I fear? The LORD is the stronghold of my life of whom shall I be afraid?" (Psalms 27:1). When the Word of the Lord lights up your heart--when it guides you--you are not afraid. The Word brings you security. When, in times of sickness, you boldly say "Get out! I was healed by Jesus' wounds!", what you are saying is the Word of God that is in your heart.
In Proverbs 1:33 we read more about this higher understanding: "but whoever listens to me will live in safety and be at ease, without fear of harm." This shows us that a person who pays attention to the Word believes what the Lord said, and is not afraid.
In Isaiah 41:10, the Lord says: "So do not fear, for I am with you." But when is He with you? When the Word is in your heart. The prophecy affirms: "The virgin will be with child and will give birth to a son, and they will call him Immanuel" which means--,"God with us." (Matthew 1:23). Jesus is God with us, and He is the word that was made flesh and lived among us. When one walks with the Word that reveals itself through his or her spirit, this person is not afraid.
Just look at the Biblical examples of those who did not fear because they relied on the Lord in times of adversity: David facing Goliath (1 Samuel 17:40-52); Hezekiah, when he was threatened by Sennacherib (2 Chronicles 32:1-8); Elisha when he was surrounded by the Syrian army (2 Kings 6:14-18). All declared, in accordance with the Holy Book, that greater is the one who is with us--"If God is for us, who can be against us?" (Romans 8:31)--and greater is that which dwells within us (1 John 4:4). Yes, this is to walk with love, since true love is to walk with the Word, and this drives out all fear (1 John 4:18).
The Bible says that fear is a spirit (2 Timothy 1:7). God however did not give us this spirit of fear, but instead gave us a spirit of power, love, and moderation. When fear arises, resist with the Word of God, and it will flee.
May God bless you, and may you walk in the love of God with boldness testifying that you are free of the fear of evil, because that which is greater is that which dwells within us.
The cause of Job's suffering has been long debated. I once read that he suffered because he wasn't a faithful tither. I respect all opinions, but Job himself diagnosed the cause of his suffering: "What I feared has come upon me; what I dreaded has happened to me." (Job 3:25).
Understand this: Fear is an open door for the devil to enter into a person's life. Close this door with the Word of God. Pay attention to Biblical declarations that will help you in this endeavor. "The LORD is my light and my salvation whom shall I fear? The LORD is the stronghold of my life of whom shall I be afraid?" (Psalms 27:1). When the Word of the Lord lights up your heart--when it guides you--you are not afraid. The Word brings you security. When, in times of sickness, you boldly say "Get out! I was healed by Jesus' wounds!", what you are saying is the Word of God that is in your heart.
In Proverbs 1:33 we read more about this higher understanding: "but whoever listens to me will live in safety and be at ease, without fear of harm." This shows us that a person who pays attention to the Word believes what the Lord said, and is not afraid.
In Isaiah 41:10, the Lord says: "So do not fear, for I am with you." But when is He with you? When the Word is in your heart. The prophecy affirms: "The virgin will be with child and will give birth to a son, and they will call him Immanuel" which means--,"God with us." (Matthew 1:23). Jesus is God with us, and He is the word that was made flesh and lived among us. When one walks with the Word that reveals itself through his or her spirit, this person is not afraid.
Just look at the Biblical examples of those who did not fear because they relied on the Lord in times of adversity: David facing Goliath (1 Samuel 17:40-52); Hezekiah, when he was threatened by Sennacherib (2 Chronicles 32:1-8); Elisha when he was surrounded by the Syrian army (2 Kings 6:14-18). All declared, in accordance with the Holy Book, that greater is the one who is with us--"If God is for us, who can be against us?" (Romans 8:31)--and greater is that which dwells within us (1 John 4:4). Yes, this is to walk with love, since true love is to walk with the Word, and this drives out all fear (1 John 4:18).
The Bible says that fear is a spirit (2 Timothy 1:7). God however did not give us this spirit of fear, but instead gave us a spirit of power, love, and moderation. When fear arises, resist with the Word of God, and it will flee.
May God bless you, and may you walk in the love of God with boldness testifying that you are free of the fear of evil, because that which is greater is that which dwells within us.
A língua é FOGO.
Certamente você já ouviu falar sobre o poder das palavras, em vários livros da Bíblia temos os mais variados conselhos sobre esse assunto.
Em Provérbios 18:21 - “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. Diante dessa declaração fica evidente que somos os responsáveis pelo nosso sucesso ou fracasso, mas infelizmente muitos cristãos não têm conhecimento dessa verdade, pois andam falando coisas que jamais gostaria de ter em suas vidas. Nesse estudo espero mostrar-lhe como os filhos de Deus estão perdendo em não conhecer as escrituras. Mateus 22:29 – “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”. Uma das mensagens que mais gosto de pregar, é sobre a importância de nossas palavras diante das circunstâncias, pois por elas seremos justificados ou condenados. Mateus 12:37 – “porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado”.
O apostolo Tiago foi incisivo sobre esse assunto, vejamos: Tiago 1:19 - “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. Diante deste conselho do apóstolo, fica inequívoco que devemos prestar mais atenção nas palavras que saem de nossa boca, e devemos conter as nossas emoções e os nossos momentos de ímpeto. Mas creio que na vida de muitos cristãos esse versículo está sendo lido de traz para frente. Sendo lido assim: “todo homem seja pronto para irar-se, rápido para falar e tardio para ouvir”. Misericórdia! Mas é verdade.
Vamos entender a nossa posição em Cristo. A bíblia diz que a palavra do Rei tem poder. (Eclesiastes 8.4 – “Porque a palavra do rei tem poder; e quem lhe dirá: Que fazes?”).
No livro de Apocalipse temos uma declaração do que realmente somos diante de Deus. Leia comigo: Apocalipse 1.6 - “e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém”! Somente a primeira parte já basta: fomos feitos reis e sacerdotes! Então meu irmão! Na posição de um sacerdote, temos livre acesso a presença de Deus pelo sangue de Jesus, e na qualidade de um rei temos a palavra de autoridade. Quando lemos no livro de Eclesiastes que a palavra do rei tem poder, essa verdade se aplica em nossa vida. Uma vez estando empossados nessa condição espiritual, devemos vigiar porque o diabo vai tentar fazer-nos tropeçar em algumas palavras. Nós fomos colocados em honra, estamos em autoridade, devemos conhecer as leis espirituais, caso contrário, seremos semelhantes aos animais que perecem.
Salmos 49.20 – “O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem”. Diante dessas verdades, vale ainda lembrar que quando você fala algo erradamente é como se você estivesse assinando uma folha em branco, depois, o inimigo poderá preencher essa folha em branco colocando nela o que ele quiser, você já deu sua anuência. Ainda fazendo outra observação, é bom entender que “de uma mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim”. Tg 3.10
Gostaria que você lesse atenciosamente os versículos anteriores e verifique se você tem exercido domínio sobre as suas palavras, pois do contrário jamais poderá desfrutar do plano de Deus para nós .
Em Provérbios 18:21 - “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. Diante dessa declaração fica evidente que somos os responsáveis pelo nosso sucesso ou fracasso, mas infelizmente muitos cristãos não têm conhecimento dessa verdade, pois andam falando coisas que jamais gostaria de ter em suas vidas. Nesse estudo espero mostrar-lhe como os filhos de Deus estão perdendo em não conhecer as escrituras. Mateus 22:29 – “Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”. Uma das mensagens que mais gosto de pregar, é sobre a importância de nossas palavras diante das circunstâncias, pois por elas seremos justificados ou condenados. Mateus 12:37 – “porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado”.
O apostolo Tiago foi incisivo sobre esse assunto, vejamos: Tiago 1:19 - “Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar”. Diante deste conselho do apóstolo, fica inequívoco que devemos prestar mais atenção nas palavras que saem de nossa boca, e devemos conter as nossas emoções e os nossos momentos de ímpeto. Mas creio que na vida de muitos cristãos esse versículo está sendo lido de traz para frente. Sendo lido assim: “todo homem seja pronto para irar-se, rápido para falar e tardio para ouvir”. Misericórdia! Mas é verdade.
Vamos entender a nossa posição em Cristo. A bíblia diz que a palavra do Rei tem poder. (Eclesiastes 8.4 – “Porque a palavra do rei tem poder; e quem lhe dirá: Que fazes?”).
No livro de Apocalipse temos uma declaração do que realmente somos diante de Deus. Leia comigo: Apocalipse 1.6 - “e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém”! Somente a primeira parte já basta: fomos feitos reis e sacerdotes! Então meu irmão! Na posição de um sacerdote, temos livre acesso a presença de Deus pelo sangue de Jesus, e na qualidade de um rei temos a palavra de autoridade. Quando lemos no livro de Eclesiastes que a palavra do rei tem poder, essa verdade se aplica em nossa vida. Uma vez estando empossados nessa condição espiritual, devemos vigiar porque o diabo vai tentar fazer-nos tropeçar em algumas palavras. Nós fomos colocados em honra, estamos em autoridade, devemos conhecer as leis espirituais, caso contrário, seremos semelhantes aos animais que perecem.
Salmos 49.20 – “O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem”. Diante dessas verdades, vale ainda lembrar que quando você fala algo erradamente é como se você estivesse assinando uma folha em branco, depois, o inimigo poderá preencher essa folha em branco colocando nela o que ele quiser, você já deu sua anuência. Ainda fazendo outra observação, é bom entender que “de uma mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim”. Tg 3.10
Gostaria que você lesse atenciosamente os versículos anteriores e verifique se você tem exercido domínio sobre as suas palavras, pois do contrário jamais poderá desfrutar do plano de Deus para nós .
Seis Cosas aborrece Dios
Las cosas que los hombres detestan son diferentes de las cosas que Dios aborrece. Es porque hay en el hombre una falta de conocimientos de la voluntad de Dios. En este texto encontraremos siete cosas que Dios aborrece, y que también debemos aborrecerlas.
Proverbios 6.16-19: “Seis cosas aborrece Jehová, y aun siete le son abominables: los ojos altivos, la lengua mentirosa, las manos que derraman sangre inocente, el corazón que maquina pensamientos inicuos, los pies que corren presurosos al mal, el testigo falso, que dice mentiras, y el que siembra discordia entre hermanos”.
I – Ojos altivos (orgullo): concepto exagerado que alguien tiene de si mismo.
San Lucas 18.10: “Dos hombres subieron al Templo a orar: uno era fariseo y el otro publicano. El fariseo, puesto en pie, oraba consigo mismo de esta manera: “Dios, te doy gracias porque no soy como los otros hombres: ladrones, injustos, adúlteros, ni aun como este publicano; ayuno dos veces a la semana, diezmo de todo lo que gano”.
Pese a todo, no está justificado... ¡Dios detesta la mirada orgullosa!
II – Lengua mentirosa (falsedad): afirmación contraria a la verdad.
San Juan 14.6: “Yo soy el camino, la verdad y la vida”. ¡Porque aquél que dice mentiras tiene como padre al diablo! ¡Qué bueno sería que todos supieran de eso! Muchos todavía continúan con el mal hábito de mentir en las cosas de todos los días. ¡El Señor no admite la mentira!
III – Manos que derraman sangre inocente (injusticia): que no cometió ninguna falta, que no causa ningún mal.
Jeremías 4.14: “Lava tu corazón de maldad, Jerusalén, para que seas salva ¿Hasta cuándo permitirás en medio de ti los pensamientos de iniquidad?” Todavía hoy, lamentablemente, algunas personas mantienen un pésimo testimonio en el sentido de ver maldad en todo, y terminan anticipando decisiones basadas en un prejuicio.
IV – Corazón que maquina pensamientos inicuos: maquinar, conspirar, perjudicar.
San Marcos 14.1: “Los principales sacerdotes y los escribas buscaban cómo prenderlo con engaño y matarlo”.
V – Maldad: crueldad, perversidad.
Génesis 6.5: “Vio Dios que la maldad de los hombres era mucha en la tierra, y que todo designio de los pensamientos de su corazón solo era de continuo el mal”. Desear el mal al prójimo a cualquier costo.
VI – Testigo falso: mentiroso, hipócrita.
Proverbios 30.8: “Vanidad y mentira aparta de mí, y no me des pobreza ni riquezas, sino susténtame con el pan necesario”.
VII – Discordia entre hermanos: discusión, controversia, debate, litigio.
Proverbios 20.3: “Honra es del hombre abandonar la contienda, pero cualquier insensato se enreda en ella”.
Si usted siente el deseo de servir a Dios, en espíritu y en verdad, medite en éstas cosas, evitando practicarlas, para que pueda ir bien por dondequiera que vaya.
Proverbios 6.16-19: “Seis cosas aborrece Jehová, y aun siete le son abominables: los ojos altivos, la lengua mentirosa, las manos que derraman sangre inocente, el corazón que maquina pensamientos inicuos, los pies que corren presurosos al mal, el testigo falso, que dice mentiras, y el que siembra discordia entre hermanos”.
I – Ojos altivos (orgullo): concepto exagerado que alguien tiene de si mismo.
San Lucas 18.10: “Dos hombres subieron al Templo a orar: uno era fariseo y el otro publicano. El fariseo, puesto en pie, oraba consigo mismo de esta manera: “Dios, te doy gracias porque no soy como los otros hombres: ladrones, injustos, adúlteros, ni aun como este publicano; ayuno dos veces a la semana, diezmo de todo lo que gano”.
Pese a todo, no está justificado... ¡Dios detesta la mirada orgullosa!
II – Lengua mentirosa (falsedad): afirmación contraria a la verdad.
San Juan 14.6: “Yo soy el camino, la verdad y la vida”. ¡Porque aquél que dice mentiras tiene como padre al diablo! ¡Qué bueno sería que todos supieran de eso! Muchos todavía continúan con el mal hábito de mentir en las cosas de todos los días. ¡El Señor no admite la mentira!
III – Manos que derraman sangre inocente (injusticia): que no cometió ninguna falta, que no causa ningún mal.
Jeremías 4.14: “Lava tu corazón de maldad, Jerusalén, para que seas salva ¿Hasta cuándo permitirás en medio de ti los pensamientos de iniquidad?” Todavía hoy, lamentablemente, algunas personas mantienen un pésimo testimonio en el sentido de ver maldad en todo, y terminan anticipando decisiones basadas en un prejuicio.
IV – Corazón que maquina pensamientos inicuos: maquinar, conspirar, perjudicar.
San Marcos 14.1: “Los principales sacerdotes y los escribas buscaban cómo prenderlo con engaño y matarlo”.
V – Maldad: crueldad, perversidad.
Génesis 6.5: “Vio Dios que la maldad de los hombres era mucha en la tierra, y que todo designio de los pensamientos de su corazón solo era de continuo el mal”. Desear el mal al prójimo a cualquier costo.
VI – Testigo falso: mentiroso, hipócrita.
Proverbios 30.8: “Vanidad y mentira aparta de mí, y no me des pobreza ni riquezas, sino susténtame con el pan necesario”.
VII – Discordia entre hermanos: discusión, controversia, debate, litigio.
Proverbios 20.3: “Honra es del hombre abandonar la contienda, pero cualquier insensato se enreda en ella”.
Si usted siente el deseo de servir a Dios, en espíritu y en verdad, medite en éstas cosas, evitando practicarlas, para que pueda ir bien por dondequiera que vaya.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
O TEMOR DO SENHOR
O TEMOR DO SENHOR
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv 1.7; 9.10). Isso quer dizer que se alguém quer ser sábio, esperto e inteligente, deve temer ao Senhor (Pv 2.1-6; 3.1-8). Sem o temor de Deus a pessoa só fará idiotices, burrices, coisas que a destruirão e lhe trarão sentimento de arrependimento. Pv 28.14; 5.9-13.
Temer a Deus é aborrecer o mal (Pv 8.13; 14.16; 16.6). Aborrecer é odiar, ter aversão, detestar, enojar, repudiar, abusar (como diz o cearense). O que é mal? Provérbios 8.13a diz: “a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa aborreço”, e a lista é apenas exemplificativa.
Você sempre pensa em Deus em toda e qualquer situação e lembra-se de algum versículo bíblico (Sl 119.105), de alguma Escritura (Jo 5.39), antes de tomar uma atitude e a toma calcado na Palavra de Deus – isso é temer a Deus. Como disse a tia de um grande Missionário: “Se um pássaro pousa numa árvore e você o espanta, ele voltará, mas se você atirar-lhe uma pedra, ele saberá que ali há perigo e não se arriscará a voltar, mesmo que você não o acerte”. Assim sucede quando das ciladas do diabo, das tentações, das persuasões dos homens, das seduções do mundo na sua vida e você tem o temor do Senhor. Use a Palavra (mesmo que não conheça toda a Bíblia e nem o versículo correto para aquela situação) e aja como filho (a) de Deus, convertido, fiel.
O temor do Senhor é como um freio que acionamos (ou que é acionado pelo Espírito Santo através da Palavra em nosso coração – Rm 8.14) na hora do ataque do mal ou diante do pecado. Você poderia fazer, às vezes até queria fazer, mas não o faz, pisa no freio, se afasta, aborrece aquilo, por causa de Deus, por causa da sua fé e do seu compromisso com o Senhor (Gn 39.9c – como fez José).
Veja o exemplo da falta de temor de Cam (Cão) ao ver seu pai nu: Gn 9.20-22. Compare a atitude dele com a de seus irmãos: v.23.
Quanto mais obediente você for ao que o seu coração mandar pelo Espírito Santo, mais temor você terá, mais sábio será, e mais alegrias alcançará. Pv 10.27; 14.26,27; 19.23
O temor do Senhor pode ser comparado ao respeito, porém é mais do que este, haja vista a diferença nas conseqüências de um e de outro. Além do que o respeito prevê a moralidade e a legalidade, mas para quem tem o temor, além de ser legal e moral, tem que ser espiritual (bíblico).
Quando dizemos que alguém perdeu o temor é só imaginar um triângulo que começa a rodar dentro de um quadrado. A princípio dói (Rm 7.15-19), causa atrito, mas se forçado começa a gastar as arestas até que gira livremente sem incomodar. Não há mais dor, freio, luta interior, deixa de existir o chamado “peso na consciência” (I Tm 1.19). Alguns chegam a ter a consciência cauterizada, ou seja, estão tão longe de Deus e de seus preceitos que não sentem mais nada, quase que como os animais (I Tm 4.2).
Talvez você me pergunte: Pastor , como faço para temer a Deus a cada dia mais, não perder o temor do Senhor e não me desviar do caminho da santidade?
Minha resposta vem através de duas histórias na ordem das respectivas perguntas:
Uma pessoa coloca o relógio para despertar às 7 da manhã. No primeiro dia ela levanta-se imediatamente ao toque do despertador e vai para o trabalho. Assim procede por vários dias e semanas, mas um belo dia bate a preguiça, ou, pelo hábito de acordar sempre naquele horário, faz o cálculo e percebe que se correr um pouco pode se dar ao luxo de ficar mais 5 minutos na cama. Pronto, decide desligar o despertador e cochila mais 5 minutos. Depois, vendo que deu certo e gostando da experiência, fica 10 minutos mais. E assim acontece sucessivamente ao longo dos meses sempre aumentando esse tempo. Até que um dia ela desliga o relógio sem perceber, continua dormindo, perde a hora, não vai trabalhar e é demitida.
Nota: Para temer a Deus mais e mais obedeça sempre e na hora a direção do Espírito Santo. Mandou orar, ore. Jejuar, jejue. Perdoar, perdoe. Pedir perdão, peça. Fugir, fuja. Correr, corra. Não fazer, não faça. Fazer, faça. E tudo isso de pronto!
Uma pessoa vai tomar café quente e queima a língua. A outra o toma fervendo, tirado do fogo, como se diz em Minas, e sente prazer, sem se queimar.
Moral da História: Para não perder o temor de Deus continue sempre sensível à direção do Senhor, tenha intimidade com Ele e seja obediente. Comece com as pequenas coisas da vida em que Deus te orienta e você pode demonstrar fidelidade e prontidão, para não acontecer dEle falar e você não ouvir, tocar e você não sentir, como aquele que cauterizou a língua e tornou-se insensível à quentura do café.
Pra terminar. Sabe por que as pessoas gritam quando estão discutindo e os casais sussurram quando estão namorando? Porque no primeiro caso o coração está tão longe que é preciso gritar para o outro ouvir. No segundo caso, há tanta proximidade e intimidade, atenção e cumplicidade que o sussurro é não só ouvido, mas compreendido e atendido!
“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv 1.7; 9.10). Isso quer dizer que se alguém quer ser sábio, esperto e inteligente, deve temer ao Senhor (Pv 2.1-6; 3.1-8). Sem o temor de Deus a pessoa só fará idiotices, burrices, coisas que a destruirão e lhe trarão sentimento de arrependimento. Pv 28.14; 5.9-13.
Temer a Deus é aborrecer o mal (Pv 8.13; 14.16; 16.6). Aborrecer é odiar, ter aversão, detestar, enojar, repudiar, abusar (como diz o cearense). O que é mal? Provérbios 8.13a diz: “a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa aborreço”, e a lista é apenas exemplificativa.
Você sempre pensa em Deus em toda e qualquer situação e lembra-se de algum versículo bíblico (Sl 119.105), de alguma Escritura (Jo 5.39), antes de tomar uma atitude e a toma calcado na Palavra de Deus – isso é temer a Deus. Como disse a tia de um grande Missionário: “Se um pássaro pousa numa árvore e você o espanta, ele voltará, mas se você atirar-lhe uma pedra, ele saberá que ali há perigo e não se arriscará a voltar, mesmo que você não o acerte”. Assim sucede quando das ciladas do diabo, das tentações, das persuasões dos homens, das seduções do mundo na sua vida e você tem o temor do Senhor. Use a Palavra (mesmo que não conheça toda a Bíblia e nem o versículo correto para aquela situação) e aja como filho (a) de Deus, convertido, fiel.
O temor do Senhor é como um freio que acionamos (ou que é acionado pelo Espírito Santo através da Palavra em nosso coração – Rm 8.14) na hora do ataque do mal ou diante do pecado. Você poderia fazer, às vezes até queria fazer, mas não o faz, pisa no freio, se afasta, aborrece aquilo, por causa de Deus, por causa da sua fé e do seu compromisso com o Senhor (Gn 39.9c – como fez José).
Veja o exemplo da falta de temor de Cam (Cão) ao ver seu pai nu: Gn 9.20-22. Compare a atitude dele com a de seus irmãos: v.23.
Quanto mais obediente você for ao que o seu coração mandar pelo Espírito Santo, mais temor você terá, mais sábio será, e mais alegrias alcançará. Pv 10.27; 14.26,27; 19.23
O temor do Senhor pode ser comparado ao respeito, porém é mais do que este, haja vista a diferença nas conseqüências de um e de outro. Além do que o respeito prevê a moralidade e a legalidade, mas para quem tem o temor, além de ser legal e moral, tem que ser espiritual (bíblico).
Quando dizemos que alguém perdeu o temor é só imaginar um triângulo que começa a rodar dentro de um quadrado. A princípio dói (Rm 7.15-19), causa atrito, mas se forçado começa a gastar as arestas até que gira livremente sem incomodar. Não há mais dor, freio, luta interior, deixa de existir o chamado “peso na consciência” (I Tm 1.19). Alguns chegam a ter a consciência cauterizada, ou seja, estão tão longe de Deus e de seus preceitos que não sentem mais nada, quase que como os animais (I Tm 4.2).
Talvez você me pergunte: Pastor , como faço para temer a Deus a cada dia mais, não perder o temor do Senhor e não me desviar do caminho da santidade?
Minha resposta vem através de duas histórias na ordem das respectivas perguntas:
Uma pessoa coloca o relógio para despertar às 7 da manhã. No primeiro dia ela levanta-se imediatamente ao toque do despertador e vai para o trabalho. Assim procede por vários dias e semanas, mas um belo dia bate a preguiça, ou, pelo hábito de acordar sempre naquele horário, faz o cálculo e percebe que se correr um pouco pode se dar ao luxo de ficar mais 5 minutos na cama. Pronto, decide desligar o despertador e cochila mais 5 minutos. Depois, vendo que deu certo e gostando da experiência, fica 10 minutos mais. E assim acontece sucessivamente ao longo dos meses sempre aumentando esse tempo. Até que um dia ela desliga o relógio sem perceber, continua dormindo, perde a hora, não vai trabalhar e é demitida.
Nota: Para temer a Deus mais e mais obedeça sempre e na hora a direção do Espírito Santo. Mandou orar, ore. Jejuar, jejue. Perdoar, perdoe. Pedir perdão, peça. Fugir, fuja. Correr, corra. Não fazer, não faça. Fazer, faça. E tudo isso de pronto!
Uma pessoa vai tomar café quente e queima a língua. A outra o toma fervendo, tirado do fogo, como se diz em Minas, e sente prazer, sem se queimar.
Moral da História: Para não perder o temor de Deus continue sempre sensível à direção do Senhor, tenha intimidade com Ele e seja obediente. Comece com as pequenas coisas da vida em que Deus te orienta e você pode demonstrar fidelidade e prontidão, para não acontecer dEle falar e você não ouvir, tocar e você não sentir, como aquele que cauterizou a língua e tornou-se insensível à quentura do café.
Pra terminar. Sabe por que as pessoas gritam quando estão discutindo e os casais sussurram quando estão namorando? Porque no primeiro caso o coração está tão longe que é preciso gritar para o outro ouvir. No segundo caso, há tanta proximidade e intimidade, atenção e cumplicidade que o sussurro é não só ouvido, mas compreendido e atendido!
UMA ORAÇÃO BEM SUCEDIDA
Uma oração bem sucedida
Em I João capítulo 5, versículos 14 e 15, temos a seguinte declaração: E esta é a confiança que temos nEle: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve em tudo o que o pedimos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fazemos.
Qual é a vontade de Deus em relação à sua vida? Parece uma pergunta fácil de responder, mas muitos não o sabem fazer corretamente, pois, se soubessem, viveriam respostas constantes as suas orações.
Certa vez uma mulher me procurou pedindo um conselho, uma orientação, pois estava com um homem há seis meses e tinha a certeza de que ele era a pessoa que Deus havia lhe dado. Mas, após seis meses, ele começou a ficar frio com ela e falava em voltar para esposa, pois ainda era casado e sua separação era apenas de corpos. Ela não entendia o motivo de Deus, segundo ela, ter confirmado que ele era o homem da sua vida e, agora, ver tudo isto acontecer.
Na verdade, Deus nunca confirmou nada à ela. Seus sentimentos e emoções a faziam achar que Ele estava dando o aval. Mas o que diz a Palavra do nosso Deus sobre uma situação como essa?
A vontade de Deus não se manifesta nos nossos sentimentos, mas é expressa única e simplesmente através de Sua Palavra. Se nós não pararmos para ler a Bíblia ou não participarmos regularmente dos cultos, viveremos uma vida de emoções, achando que aquilo que queremos é a vontade de Deus. A consequência é que nos frustaremos, pois na hora as coisas darão certo mas, com o passar dos dias, tudo ficará errado.
Este é apenas um pequeno exemplo do motivo de muitos clamarem a Deus e não obterem a resposta certa. Precisamos descobrir a verdadeira vontade do Pai para a nossa saúde, família, vida sentimental, emocional, espiritual, etc. Ao termos um encontro com a Palavra e, por intermédio dela, a fé, aí, sim, poderemos orar e ter a certeza de que Deus não só nos ouviu mas já está entrando em ação para, na mesma hora, agir em nosso favor.
Não podemos fazer parte do time daqueles que vivem a fé da sorte: orar e, se acontecer, acreditam que foi a vontade de Deus. Se não acontecer, dizem que é por que Deus não quis. Ao orarmos, devemos já ter dentro de nós a certeza de que aquilo é a vontade de Deus, pois teremos, então, uma convicção maior do que nos é dado por direito, do que podemos possuir e até resistir em oração para obtermos.
Um exemplo disto que estamos falando são pessoas doentes que se pergutam: "Será que é da vontade de Deus eu seja curada?" e fazem uma oraçõa do tipo: "Cura-me, Senhor, se esta for a Tua vontade". Quando um homem leproso chegou perto de Jesus, O perguntou: "Se quiser, podes tornar-me limpo". E Jesus, prontamente, disse: "Quero. Sê limpo". Ou seja, na cruz do cálvario, diz a Palavra de Deus em Isaías capítulo 53, versículos 4 e 5, que Jesus já levou nossas dores e enfermidades.
Ao descobrir esta verdade, passo a entender que a vontade de Deus em relação à minha saúde é que eu viva curado. Portanto, vou me chegar em oração diante de Deus, agradecendo-O pela cura e me dirigir ao autor do mal exigindo a sua saída em o Nome de Jesus. E declarar a vontade do Pai, ou seja, o que está escrito. Após fazer esta oração, basta que eu assuma a vontade de Deus. É isto que o texto que estamos estudando em I João nos ensina.
Não perca nenhuma oração de novo. A partir de agora, ore segundo a plena vontade de Deus e obtenha sucesso em todas as suas petições.
Em I João capítulo 5, versículos 14 e 15, temos a seguinte declaração: E esta é a confiança que temos nEle: que, se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve. E, se sabemos que Ele nos ouve em tudo o que o pedimos, sabemos que alcançamos as petições que Lhe fazemos.
Qual é a vontade de Deus em relação à sua vida? Parece uma pergunta fácil de responder, mas muitos não o sabem fazer corretamente, pois, se soubessem, viveriam respostas constantes as suas orações.
Certa vez uma mulher me procurou pedindo um conselho, uma orientação, pois estava com um homem há seis meses e tinha a certeza de que ele era a pessoa que Deus havia lhe dado. Mas, após seis meses, ele começou a ficar frio com ela e falava em voltar para esposa, pois ainda era casado e sua separação era apenas de corpos. Ela não entendia o motivo de Deus, segundo ela, ter confirmado que ele era o homem da sua vida e, agora, ver tudo isto acontecer.
Na verdade, Deus nunca confirmou nada à ela. Seus sentimentos e emoções a faziam achar que Ele estava dando o aval. Mas o que diz a Palavra do nosso Deus sobre uma situação como essa?
A vontade de Deus não se manifesta nos nossos sentimentos, mas é expressa única e simplesmente através de Sua Palavra. Se nós não pararmos para ler a Bíblia ou não participarmos regularmente dos cultos, viveremos uma vida de emoções, achando que aquilo que queremos é a vontade de Deus. A consequência é que nos frustaremos, pois na hora as coisas darão certo mas, com o passar dos dias, tudo ficará errado.
Este é apenas um pequeno exemplo do motivo de muitos clamarem a Deus e não obterem a resposta certa. Precisamos descobrir a verdadeira vontade do Pai para a nossa saúde, família, vida sentimental, emocional, espiritual, etc. Ao termos um encontro com a Palavra e, por intermédio dela, a fé, aí, sim, poderemos orar e ter a certeza de que Deus não só nos ouviu mas já está entrando em ação para, na mesma hora, agir em nosso favor.
Não podemos fazer parte do time daqueles que vivem a fé da sorte: orar e, se acontecer, acreditam que foi a vontade de Deus. Se não acontecer, dizem que é por que Deus não quis. Ao orarmos, devemos já ter dentro de nós a certeza de que aquilo é a vontade de Deus, pois teremos, então, uma convicção maior do que nos é dado por direito, do que podemos possuir e até resistir em oração para obtermos.
Um exemplo disto que estamos falando são pessoas doentes que se pergutam: "Será que é da vontade de Deus eu seja curada?" e fazem uma oraçõa do tipo: "Cura-me, Senhor, se esta for a Tua vontade". Quando um homem leproso chegou perto de Jesus, O perguntou: "Se quiser, podes tornar-me limpo". E Jesus, prontamente, disse: "Quero. Sê limpo". Ou seja, na cruz do cálvario, diz a Palavra de Deus em Isaías capítulo 53, versículos 4 e 5, que Jesus já levou nossas dores e enfermidades.
Ao descobrir esta verdade, passo a entender que a vontade de Deus em relação à minha saúde é que eu viva curado. Portanto, vou me chegar em oração diante de Deus, agradecendo-O pela cura e me dirigir ao autor do mal exigindo a sua saída em o Nome de Jesus. E declarar a vontade do Pai, ou seja, o que está escrito. Após fazer esta oração, basta que eu assuma a vontade de Deus. É isto que o texto que estamos estudando em I João nos ensina.
Não perca nenhuma oração de novo. A partir de agora, ore segundo a plena vontade de Deus e obtenha sucesso em todas as suas petições.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
SEJA EXEMPLO
" Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade” (Tito 2.7).
Nós, cristãos, por sermos colocados como exemplos, só podemos realizar boas obras e seguir a doutrina correta. Mostrando, com as nossas atitudes, o bom nome de cristão, glorificaremos o Senhor.
Como membros do Reino de Deus, o nosso comportamento, nossas palavras e ações são muito importantes, pois devemos ser sempre um modelo de boas obras. Não há nada pior e que causa maior prejuízo ao Reino do Senhor do que os súditos dEle viverem de maneira diversa ao padrão bíblico. Não é preciso ser adúltero, ladrão ou praticante de qualquer crime para prejudicar o Reino dos Céus. Quem não vive a Palavra em sua totalidade não desfruta de paz, saúde e das demais bênçãos, dá um péssimo testemunho, e, por isso, não prospera. Desfrutar a vida abundante é um dos melhores testemunhos.
O que você entende quando lê a Bíblia, ou quando escuta a pregação do Evangelho, é a doutrina sadia. Não precisamos de nenhum ensinamento do homem. Basta ouvirmos e assumirmos o que o Senhor tem a nos dizer, para logo vivermos os verdadeiros princípios. Só temos responsabilidade por aquilo que nos é revelado.
Nos ensinamentos do Santo Espírito, temos de mostrar três coisas: incorrupção, gravidade e sinceridade. Não é certo corromper a Palavra por razão alguma. Os políticos se adaptam a qualquer situação; mas nós, não. Se tivermos de sofrer um prejuízo por falar a verdade, é preciso pagar o preço. Devemos ser sérios e não brincar com os assuntos de Deus. Não é correto cair na tentação e deixar de falar a verdade apenas para lotar uma igreja. O pecado e as más condutas devem ser combatidos. Por outro lado, a sinceridade deve nortear todos os atos de quem é de Deus. Se você não tiver a resposta do Senhor, não invente uma. Só faça a obra de modo produtivo e correto, e seja sincero em tudo. O seu falar deve ser sim, sim e não, não, pois o que passar disso é do maligno (Mateus 5.37).
Esforce-se para praticar apenas boas obras. Nunca deixe de assumir os seus direitos em Cristo e sempre faça uso do Nome dEle para que o trabalho divino seja realizado. Dizer que, se não aconteceu foi porque o Senhor não quis, não tem justificativa bíblica. Ao curar o cego, no episódio narrado em João 9, Jesus disse que, se os discípulos não edificassem o ministério, ele não seria feito. Quem não faz boas obras ocupa-se com as ruins. Veja o tipo de obra que você faz.
A geração passada nos deixou como herança o bom nome de cristão. Devemos dar o máximo de nós para deixarmos à próxima geração esse bom nome. É assim que se glorifica a Deus. Jesus disse que o Pai procura adoradores que O adorem em espírito e em verdade (João 4.23).
Nós, cristãos, por sermos colocados como exemplos, só podemos realizar boas obras e seguir a doutrina correta. Mostrando, com as nossas atitudes, o bom nome de cristão, glorificaremos o Senhor.
Como membros do Reino de Deus, o nosso comportamento, nossas palavras e ações são muito importantes, pois devemos ser sempre um modelo de boas obras. Não há nada pior e que causa maior prejuízo ao Reino do Senhor do que os súditos dEle viverem de maneira diversa ao padrão bíblico. Não é preciso ser adúltero, ladrão ou praticante de qualquer crime para prejudicar o Reino dos Céus. Quem não vive a Palavra em sua totalidade não desfruta de paz, saúde e das demais bênçãos, dá um péssimo testemunho, e, por isso, não prospera. Desfrutar a vida abundante é um dos melhores testemunhos.
O que você entende quando lê a Bíblia, ou quando escuta a pregação do Evangelho, é a doutrina sadia. Não precisamos de nenhum ensinamento do homem. Basta ouvirmos e assumirmos o que o Senhor tem a nos dizer, para logo vivermos os verdadeiros princípios. Só temos responsabilidade por aquilo que nos é revelado.
Nos ensinamentos do Santo Espírito, temos de mostrar três coisas: incorrupção, gravidade e sinceridade. Não é certo corromper a Palavra por razão alguma. Os políticos se adaptam a qualquer situação; mas nós, não. Se tivermos de sofrer um prejuízo por falar a verdade, é preciso pagar o preço. Devemos ser sérios e não brincar com os assuntos de Deus. Não é correto cair na tentação e deixar de falar a verdade apenas para lotar uma igreja. O pecado e as más condutas devem ser combatidos. Por outro lado, a sinceridade deve nortear todos os atos de quem é de Deus. Se você não tiver a resposta do Senhor, não invente uma. Só faça a obra de modo produtivo e correto, e seja sincero em tudo. O seu falar deve ser sim, sim e não, não, pois o que passar disso é do maligno (Mateus 5.37).
Esforce-se para praticar apenas boas obras. Nunca deixe de assumir os seus direitos em Cristo e sempre faça uso do Nome dEle para que o trabalho divino seja realizado. Dizer que, se não aconteceu foi porque o Senhor não quis, não tem justificativa bíblica. Ao curar o cego, no episódio narrado em João 9, Jesus disse que, se os discípulos não edificassem o ministério, ele não seria feito. Quem não faz boas obras ocupa-se com as ruins. Veja o tipo de obra que você faz.
A geração passada nos deixou como herança o bom nome de cristão. Devemos dar o máximo de nós para deixarmos à próxima geração esse bom nome. É assim que se glorifica a Deus. Jesus disse que o Pai procura adoradores que O adorem em espírito e em verdade (João 4.23).
SÁBIA COMPARAÇÃO
" Puseste alegria no meu coração, mais do que no tempo em que se multiplicaram o seu trigo e o seu vinho” (Salmo 4.7).
É bom comparar os acontecimentos e comentar os melhores. O mundo anda reprimido pelo negativismo, o qual também tem dominado a vida de muitos filhos de Deus – tanto que, quase sempre, o que se ouve nas orações são queixas, pedidos de socorro, reclamações etc. Não há nada de errado em manifestar isso ao Senhor, mas quase nunca o homem se lembra de Lhe agradecer as bênçãos recebidas.
Os problemas são maiores quando cremos neles. De fato, o inimigo cresce diante dos nossos olhos à medida que não damos ao Senhor a devida atenção. Meu irmão, olhar para as ameaças e ver-se fraco é permitir que o adversário o engane. Portanto, não se deixe levar por quem tem um propósito perverso; antes, siga o que a Bíblia orienta, pois quem o faz jamais se encontra em um beco sem saída. Para quem crê no Senhor, os problemas não passam de oportunidades para ele provar a sua capacidade no Altíssimo (João 16.33).
O salmista teve um encontro com o Senhor, e o seu coração encheu-se de alegria. Então, em sua gratidão, ele comparou o que sentia com o júbilo dos agricultores quando a safra do trigo e da uva havia sido grandiosa. Em sua mente, a imagem daquelas pessoas felizes, glorificando a Deus pela farta colheita, jamais se apagou, mas, quando sentiu a imensa felicidade que o Senhor havia colocado em seu coração, disse que esta era bem maior do que a dos lavradores. Da mesma forma, meu irmão, o Pai fará por você mais do que aquilo que seus olhos notaram que foi feito a outros, mesmo estes louvando ao Altíssimo de todo o coração.
A gratidão é uma das melhores formas de louvar a Deus. Quem tiver essa predisposição reconhecerá que a bênção recebida é bem maior do que a que os outros demonstraram ter alcançado. Quem verdadeiramente for agradecido ao Senhor sempre O terá operando de modo mais intenso em sua vida. Por outro lado, a pessoa que não der valor à bênção divina não perceberá que essa ingratidão impede o Senhor de fazer por seu viver mais do que ela pede ou deseja.
Certa vez, Jesus mandou que dez leprosos, os quais Lhe haviam pedido misericórdia, fossem apresentar-se aos sacerdotes. Enquanto estavam a caminho, um deles, percebendo que havia sido curado, voltou para agradecer ao Mestre. Já os outros, que também foram sarados, continuaram o seu trajeto (Lucas 17.12-19). Não sabemos se chegaram até os sacerdotes como lhes havia sido ordenado, pois, como ainda hoje é comum, muita gente, depois de receber a cura, nem se lembra mais do Senhor. Porém, aquele enfermo agiu de forma diferente: ele expressou sua gratidão. Então, foi elogiado pelo Senhor e obteve a sua salvação – o que prova que ser grato a Deus é plantar uma semente a qual, certamente, produzirá uma boa colheita
É bom comparar os acontecimentos e comentar os melhores. O mundo anda reprimido pelo negativismo, o qual também tem dominado a vida de muitos filhos de Deus – tanto que, quase sempre, o que se ouve nas orações são queixas, pedidos de socorro, reclamações etc. Não há nada de errado em manifestar isso ao Senhor, mas quase nunca o homem se lembra de Lhe agradecer as bênçãos recebidas.
Os problemas são maiores quando cremos neles. De fato, o inimigo cresce diante dos nossos olhos à medida que não damos ao Senhor a devida atenção. Meu irmão, olhar para as ameaças e ver-se fraco é permitir que o adversário o engane. Portanto, não se deixe levar por quem tem um propósito perverso; antes, siga o que a Bíblia orienta, pois quem o faz jamais se encontra em um beco sem saída. Para quem crê no Senhor, os problemas não passam de oportunidades para ele provar a sua capacidade no Altíssimo (João 16.33).
O salmista teve um encontro com o Senhor, e o seu coração encheu-se de alegria. Então, em sua gratidão, ele comparou o que sentia com o júbilo dos agricultores quando a safra do trigo e da uva havia sido grandiosa. Em sua mente, a imagem daquelas pessoas felizes, glorificando a Deus pela farta colheita, jamais se apagou, mas, quando sentiu a imensa felicidade que o Senhor havia colocado em seu coração, disse que esta era bem maior do que a dos lavradores. Da mesma forma, meu irmão, o Pai fará por você mais do que aquilo que seus olhos notaram que foi feito a outros, mesmo estes louvando ao Altíssimo de todo o coração.
A gratidão é uma das melhores formas de louvar a Deus. Quem tiver essa predisposição reconhecerá que a bênção recebida é bem maior do que a que os outros demonstraram ter alcançado. Quem verdadeiramente for agradecido ao Senhor sempre O terá operando de modo mais intenso em sua vida. Por outro lado, a pessoa que não der valor à bênção divina não perceberá que essa ingratidão impede o Senhor de fazer por seu viver mais do que ela pede ou deseja.
Certa vez, Jesus mandou que dez leprosos, os quais Lhe haviam pedido misericórdia, fossem apresentar-se aos sacerdotes. Enquanto estavam a caminho, um deles, percebendo que havia sido curado, voltou para agradecer ao Mestre. Já os outros, que também foram sarados, continuaram o seu trajeto (Lucas 17.12-19). Não sabemos se chegaram até os sacerdotes como lhes havia sido ordenado, pois, como ainda hoje é comum, muita gente, depois de receber a cura, nem se lembra mais do Senhor. Porém, aquele enfermo agiu de forma diferente: ele expressou sua gratidão. Então, foi elogiado pelo Senhor e obteve a sua salvação – o que prova que ser grato a Deus é plantar uma semente a qual, certamente, produzirá uma boa colheita
terça-feira, 10 de novembro de 2009
O PODER DA INTERCESSÃO
“E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía” (Jó 42.10).
A história de Jó é um dos exemplos da restauração que Deus pode fazer na vida de qualquer um. A provação pela qual esse servo do Senhor passou jamais foi experimentada por outra pessoa. Não tendo luz suficiente, ele pecou, mas, no final, em um ato de compaixão enquanto suplicava pelos seus amigos, foi curado pelo Altíssimo, que lhe devolveu em dobro o que o inimigo lhe havia tirado.
Em Jó foi descarregada toda a fúria do diabo: perdeu os filhos, os bens, a saúde, e, se tivesse ouvido a sua mulher, também teria perdido a salvação. Aparentemente, ele era exemplo de que não adiantava ser justo, reto e íntegro, mas provou exatamente o contrário – e assim também deve agir todo aquele que tiver a divina semente.
Em sua angústia, aquele patriarca contendeu por fé e venceu. A luta pela qual Jó passou é uma lição que nos ensina como vale a pena confiar no Todo-Poderoso; afinal, Ele sabe de tudo e resgata os que nEle confiam. Podemos dizer que Jó chegou ao cúmulo do sofrimento, mas sua cura prova que não há nenhum caso perdido para Deus; mesmo os néscios podem ser libertos.
A verdade é que, se o Senhor não conseguisse recuperar a vida mais rejeitada pela sociedade, Ele não seria Deus; por isso, Ele nos deu o ministério da reconciliação (2 Coríntios 5.18,19). Portanto, há cura para todos, mesmo para os mais perdidos. Quem, no entanto, permanece debaixo da ação maligna não tem juízo; ao contrário, vive dominado pelo inimigo e tem força descomunal para desafiar a capacidade do homem de mantê-lo sob controle.
Se alguém não conseguir vencer a investida satânica contra a santidade, a saúde e os demais direitos que possui no Senhor, a sua fé não terá sido dada pelo Altíssimo – isso porque a fé proveniente de Deus é parte dEle e, por isso, tem todas as condições de resgatar qualquer um que tenha caído no mais denso e sujo lamaçal do pecado.
A glória divina é fazer de uma pessoa nova criatura, pois todo aquele que nasce de Deus vence o mundo. Por isso, meu irmão, lute e vença, pois quem o faz mostra que, verdadeiramente, seu coração pertence ao Pai. Por outro lado, quem desiste declara seu amor ao inimigo.
Essa é uma palavra pessoal do Senhor para você: seja forte e volte para casa agora mesmo. O seu lugar é junto dAquele que criou os céus e a terra – e não do lado do destruidor. O Todo-Poderoso está pronto para recebê-lo neste momento.
A história de Jó é um dos exemplos da restauração que Deus pode fazer na vida de qualquer um. A provação pela qual esse servo do Senhor passou jamais foi experimentada por outra pessoa. Não tendo luz suficiente, ele pecou, mas, no final, em um ato de compaixão enquanto suplicava pelos seus amigos, foi curado pelo Altíssimo, que lhe devolveu em dobro o que o inimigo lhe havia tirado.
Em Jó foi descarregada toda a fúria do diabo: perdeu os filhos, os bens, a saúde, e, se tivesse ouvido a sua mulher, também teria perdido a salvação. Aparentemente, ele era exemplo de que não adiantava ser justo, reto e íntegro, mas provou exatamente o contrário – e assim também deve agir todo aquele que tiver a divina semente.
Em sua angústia, aquele patriarca contendeu por fé e venceu. A luta pela qual Jó passou é uma lição que nos ensina como vale a pena confiar no Todo-Poderoso; afinal, Ele sabe de tudo e resgata os que nEle confiam. Podemos dizer que Jó chegou ao cúmulo do sofrimento, mas sua cura prova que não há nenhum caso perdido para Deus; mesmo os néscios podem ser libertos.
A verdade é que, se o Senhor não conseguisse recuperar a vida mais rejeitada pela sociedade, Ele não seria Deus; por isso, Ele nos deu o ministério da reconciliação (2 Coríntios 5.18,19). Portanto, há cura para todos, mesmo para os mais perdidos. Quem, no entanto, permanece debaixo da ação maligna não tem juízo; ao contrário, vive dominado pelo inimigo e tem força descomunal para desafiar a capacidade do homem de mantê-lo sob controle.
Se alguém não conseguir vencer a investida satânica contra a santidade, a saúde e os demais direitos que possui no Senhor, a sua fé não terá sido dada pelo Altíssimo – isso porque a fé proveniente de Deus é parte dEle e, por isso, tem todas as condições de resgatar qualquer um que tenha caído no mais denso e sujo lamaçal do pecado.
A glória divina é fazer de uma pessoa nova criatura, pois todo aquele que nasce de Deus vence o mundo. Por isso, meu irmão, lute e vença, pois quem o faz mostra que, verdadeiramente, seu coração pertence ao Pai. Por outro lado, quem desiste declara seu amor ao inimigo.
Essa é uma palavra pessoal do Senhor para você: seja forte e volte para casa agora mesmo. O seu lugar é junto dAquele que criou os céus e a terra – e não do lado do destruidor. O Todo-Poderoso está pronto para recebê-lo neste momento.
DIGNO É O CORDEIRO
"Apocalipse 5 Versículo do dia: “Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5.12). "
“Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5.12). Este é o cântico profético que o Espírito de Deus tem colocado em nossos lábios, nestes dias, para o Seu louvor. Começamos este ano firmados numa promessa gloriosa do Nosso Deus: “A geração do justo é livre” (Pv 11.6). Desde então, temos proclamado esta verdade divina como uma semente que é lançada no deserto, e nos apropriado pela fé da libertação completa de nossa descendência. Cremos que a glória e o poder de Deus estão agindo em nossos lares, manifestando cura, libertação, salvação e restauração, e que será abundante a nossa colheita. “Os que semeiam em lágrimas, com cânticos de júbilo segarão. Aquele que sai chorando, levando a semente para semear, voltará com cânticos de júbilo, trazendo consigo os seus molhos” (Sl 126.5,6). Este cântico de júbilo já está fluindo de nossos lábios: “Digno é o Cordeiro”. João registrou profeticamente a nossa adoração: “E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação” (Ap 5.9). Cremos, segundo a Palavra de Deus, que as nossas famílias foram compradas por um alto preço e que pela fé estão arroladas a este glorioso plano de redenção. O diabo não tem nenhum direito sobre os nossos descendentes. Nós temos a bênção da primogenitura sobre as nossas cabeças e tudo aquilo que em nós é gerado, física ou espiritualmente, tem o direito de liberdade em Cristo. Miriã cantou do outro lado do mar, depois de ver o inimigo se afundar no meio das águas, mas nós cantaremos antes mesmo de ver, porque decidimos viver além do que é visível. Nós confiamos em Deus e por isso liberamos sobre todos os nossos inimigos um grito de júbilo e vitória. Por isso, “não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu!”. Ele é o Cordeiro que tira o pecado do mundo, mas também é o Leão da Tribo de Judá que reina sobre todos. Nele, a nossa vitória está garantida.
“Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap 5.12). Este é o cântico profético que o Espírito de Deus tem colocado em nossos lábios, nestes dias, para o Seu louvor. Começamos este ano firmados numa promessa gloriosa do Nosso Deus: “A geração do justo é livre” (Pv 11.6). Desde então, temos proclamado esta verdade divina como uma semente que é lançada no deserto, e nos apropriado pela fé da libertação completa de nossa descendência. Cremos que a glória e o poder de Deus estão agindo em nossos lares, manifestando cura, libertação, salvação e restauração, e que será abundante a nossa colheita. “Os que semeiam em lágrimas, com cânticos de júbilo segarão. Aquele que sai chorando, levando a semente para semear, voltará com cânticos de júbilo, trazendo consigo os seus molhos” (Sl 126.5,6). Este cântico de júbilo já está fluindo de nossos lábios: “Digno é o Cordeiro”. João registrou profeticamente a nossa adoração: “E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação” (Ap 5.9). Cremos, segundo a Palavra de Deus, que as nossas famílias foram compradas por um alto preço e que pela fé estão arroladas a este glorioso plano de redenção. O diabo não tem nenhum direito sobre os nossos descendentes. Nós temos a bênção da primogenitura sobre as nossas cabeças e tudo aquilo que em nós é gerado, física ou espiritualmente, tem o direito de liberdade em Cristo. Miriã cantou do outro lado do mar, depois de ver o inimigo se afundar no meio das águas, mas nós cantaremos antes mesmo de ver, porque decidimos viver além do que é visível. Nós confiamos em Deus e por isso liberamos sobre todos os nossos inimigos um grito de júbilo e vitória. Por isso, “não chores; eis que o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, venceu!”. Ele é o Cordeiro que tira o pecado do mundo, mas também é o Leão da Tribo de Judá que reina sobre todos. Nele, a nossa vitória está garantida.
A Fortaleza da Fé.
"“E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus”. (Rm 4.20)"
Deus sempre opera algo maravilhoso na adversidade quando O buscamos de todo o coração. Mas Ele sempre opera algo mais que maravilhoso quando O buscamos intensamente numa situação indissolúvel. Ele é o Deus do impossível. Abraão experimentou desta boa dádiva porque “em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência”.(Rm 4.18) A incredulidade, a falta de fé ou até mesmo a pequenez dela, podem impedir o fluxo de milagres em nossas vidas e famílias. Em Nazaré, Jesus não pode operar muitos milagres por causa da incredulidade das pessoas. Na casa de Abraão houve um contratempo, mas o Senhor o visitou e com a Sua palavra sustentou a fé daquele patriarca. O escritor aos Hebreus disse que ele “não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus”. (v.20) Se você deseja fortificar a sua fé diante das impossibilidades e resistências, dê glória a Deus. Isso mesmo! Se a sua fé está apoiada na Palavra de Deus e você aprendeu a viver pelo que crê e não pelo que vê, glorifique a Deus. Este é o descanso da fé. Abraão permaneceu crendo e aguardou a confirmação da promessa, “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer”. (v.21) Sua espera pelo milagre não fez a sua fé passiva. Ele provou que a sua fé era ativa quando atendeu a ordem divina e entregou o seu filho em oferta sacrificial. “Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar”. (Hb 11.17-19) Há algo maravilhoso em Deus para você. Aproprie-se pela fé
Deus sempre opera algo maravilhoso na adversidade quando O buscamos de todo o coração. Mas Ele sempre opera algo mais que maravilhoso quando O buscamos intensamente numa situação indissolúvel. Ele é o Deus do impossível. Abraão experimentou desta boa dádiva porque “em esperança, creu contra a esperança, tanto que ele tornou-se pai de muitas nações, conforme o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência”.(Rm 4.18) A incredulidade, a falta de fé ou até mesmo a pequenez dela, podem impedir o fluxo de milagres em nossas vidas e famílias. Em Nazaré, Jesus não pode operar muitos milagres por causa da incredulidade das pessoas. Na casa de Abraão houve um contratempo, mas o Senhor o visitou e com a Sua palavra sustentou a fé daquele patriarca. O escritor aos Hebreus disse que ele “não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glória a Deus”. (v.20) Se você deseja fortificar a sua fé diante das impossibilidades e resistências, dê glória a Deus. Isso mesmo! Se a sua fé está apoiada na Palavra de Deus e você aprendeu a viver pelo que crê e não pelo que vê, glorifique a Deus. Este é o descanso da fé. Abraão permaneceu crendo e aguardou a confirmação da promessa, “estando certíssimo de que o que ele tinha prometido também era poderoso para o fazer”. (v.21) Sua espera pelo milagre não fez a sua fé passiva. Ele provou que a sua fé era ativa quando atendeu a ordem divina e entregou o seu filho em oferta sacrificial. “Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar”. (Hb 11.17-19) Há algo maravilhoso em Deus para você. Aproprie-se pela fé
domingo, 8 de novembro de 2009
FIQUE NA CHAMADA DE DEUS
o SENHOR, Deus de Israel, escolheu-me de toda a casa de meu pai, para que eternamente fosse rei sobre Israel; porque a Judá escolheu por príncipe, e a casa de meu pai, na casa de Judá; e entre os filhos de meu pai se agradou de mim para me fazer rei sobre todo o Israel (1 Crônicas 28.4).
Na chamada de Deus, não cabe humildade, mas, sim, reconhecimento. Ele o escolheu por Seu único propósito. Foi o agrado dEle que O fez estender sobre a sua vida a graça divina. Se você fizer a sua parte, ninguém o tirará das mãos do Senhor (João 10.27-30). A sua chamada é eterna e sem arrependimento.
Em todas as coisas, é preciso ser humilde, mas dizer que não tem valor, acreditar que não é nada diante de Deus e, portanto, não pode assumir o que Ele preparou para você é truque do inimigo. Devemos reconhecer que Seu eterno plano fez com que Ele nos chamasse para sermos dEle; que, em Cristo, somos membros do Seu Corpo e cumpre tão-somente a nós, agora, a decisão de sermos felizes ou nos arrastarmos na dúvida e nos erros. Ele nos chamou para sermos reis e sacerdotes dEle para sempre (Efésios 2.1-10; Apocalipse 5.9,10).
Não somos pouca coisa, não. Somos filhos, herdeiros, embaixadores do Reino dos Céus e tudo o mais que a Palavra de Deus declara. É claro que reconhecemos que foi Ele quem nos fez tudo isso e devemos servir-Lhe com humildade e temor. Mas, ao mesmo tempo, faz-se necessário assumir com confiança a nossa posição em Cristo e, com destemor, fazer valer nossos direitos e privilégios (Hebreus 10.19-22). De nós mesmos, não tínhamos nada que nos levasse a merecer essa escolha, mas aprouve a Ele tal decisão.
Por que contrariar a resolução do Pai de nos amar de tal maneira? O que Ele fez por cada um de nós foi tão grande, que, se você fosse o único no mundo, Ele teria enviado Jesus para morrer em seu lugar. A salvação é pessoal, a escolha é pessoal e a decisão também o é. Quem não recebeu Jesus como Salvador e Senhor da sua vida ainda está no pecado. Mesmo que seja uma pessoa investida de autoridade, com cargo importante na igreja, se não passar pelo novo nascimento, não terá condições de aproveitar o que para ela foi feito pelo Filho de Deus (João 3.3). Ele Se agradou de nós ao estender sobre a nossa vida Sua maravilhosa graça.
Para tudo isso se tornar real em sua vida, basta que você faça a sua parte. Crendo no que a Palavra diz, tenha certeza de que ninguém o tirará da sua posição em Cristo. Ele o chamou para ser dEle e o fez rei e sacerdote. Em Cristo, você alcançou tudo o que qualquer pessoa poderia ter de Deus. Você é completo nEle (João 1.16; Colossenses 1.19; 2.9).
Na chamada de Deus, não cabe humildade, mas, sim, reconhecimento. Ele o escolheu por Seu único propósito. Foi o agrado dEle que O fez estender sobre a sua vida a graça divina. Se você fizer a sua parte, ninguém o tirará das mãos do Senhor (João 10.27-30). A sua chamada é eterna e sem arrependimento.
Em todas as coisas, é preciso ser humilde, mas dizer que não tem valor, acreditar que não é nada diante de Deus e, portanto, não pode assumir o que Ele preparou para você é truque do inimigo. Devemos reconhecer que Seu eterno plano fez com que Ele nos chamasse para sermos dEle; que, em Cristo, somos membros do Seu Corpo e cumpre tão-somente a nós, agora, a decisão de sermos felizes ou nos arrastarmos na dúvida e nos erros. Ele nos chamou para sermos reis e sacerdotes dEle para sempre (Efésios 2.1-10; Apocalipse 5.9,10).
Não somos pouca coisa, não. Somos filhos, herdeiros, embaixadores do Reino dos Céus e tudo o mais que a Palavra de Deus declara. É claro que reconhecemos que foi Ele quem nos fez tudo isso e devemos servir-Lhe com humildade e temor. Mas, ao mesmo tempo, faz-se necessário assumir com confiança a nossa posição em Cristo e, com destemor, fazer valer nossos direitos e privilégios (Hebreus 10.19-22). De nós mesmos, não tínhamos nada que nos levasse a merecer essa escolha, mas aprouve a Ele tal decisão.
Por que contrariar a resolução do Pai de nos amar de tal maneira? O que Ele fez por cada um de nós foi tão grande, que, se você fosse o único no mundo, Ele teria enviado Jesus para morrer em seu lugar. A salvação é pessoal, a escolha é pessoal e a decisão também o é. Quem não recebeu Jesus como Salvador e Senhor da sua vida ainda está no pecado. Mesmo que seja uma pessoa investida de autoridade, com cargo importante na igreja, se não passar pelo novo nascimento, não terá condições de aproveitar o que para ela foi feito pelo Filho de Deus (João 3.3). Ele Se agradou de nós ao estender sobre a nossa vida Sua maravilhosa graça.
Para tudo isso se tornar real em sua vida, basta que você faça a sua parte. Crendo no que a Palavra diz, tenha certeza de que ninguém o tirará da sua posição em Cristo. Ele o chamou para ser dEle e o fez rei e sacerdote. Em Cristo, você alcançou tudo o que qualquer pessoa poderia ter de Deus. Você é completo nEle (João 1.16; Colossenses 1.19; 2.9).
De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé” (Romanos 12.6).
Tudo começa pela graça que nos foi dada, e a respeito dela Paulo falou aos romanos. A graça nos trouxe diversos dons, os quais operam segunda a medida da fé. Então, aumente e fortaleça sua fé para que ela possa operar esses dons de maneira melhor e produtiva.
Quando escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo disse que glorificava a Deus pela graça que havia sido derramada sobre aqueles irmãos (1 Coríntios 1.4). Agora, dirigindo-se aos irmãos de Roma, ele declarou que a graça proporcionou-lhes diferentes dons. Esta mesma graça foi enviada sobre todas as pessoas que recebem Jesus como Salvador e Senhor. Nós, que já O aceitamos, também recebemos esses dons. Agora, é preciso colocá-los em execução, para que, assim, possamos não só ser abençoados, como também abençoar outras pessoas. Na verdade, toda a humanidade irá beneficiar-se das habilidades que nos foram concedidas. A Palavra diz que não é certo deixar de fazer o bem a quem dele precise, se temos o poder para tal (Provérbios 3.27).
A graça de Deus é mais do que favor imerecido, como os teólogos a definem. Ela é o mover de Deus em favor da humanidade. Neste mover, Ele cura, liberta, batiza com o Espírito Santo, consola, abre portas e faz tantas outras coisas boas para todo aquele que em Sua Palavra crê. O poder divino também nos equipa com habilidades – dons –, que devem ser usados para o bem de todos. A igreja precisa que seus membros façam uso abundante dessas aptidões, e o mundo também aguarda essa ação do povo de Deus.
Agora, preste atenção ao detalhe que o apóstolo escreveu: segundo a medida da fé. Nada será feito além da fé que for empregada. Alguém pode ter recebido uma grande fé, mas, se não a usa em suas determinações, pouca coisa consegue. Os dons são operados pela medida da fé aplicada. Então, é bom revigorar a sua fé.
Abraão se fortificou na fé e pôde, assim, ser pai aos cem anos, quando sua mulher estava com 90 anos. Nada é impossível para quem tem a fé forte e a usa. Se você não se tornar forte a sua fé, os dons que lhe foram dados não serão operados com eficiência.
Fortaleça a sua fé a exemplo de Abraão, o qual colocou a promessa de Deus diante de si e não enfraqueceu com incredulidade, olhando para o amortecimento do ventre de Sara. Pelo contrário, ele se voltou para a promessa de Deus, deu glórias ao Senhor e teve a sua fé fortalecida.
Aplique este princípio bíblico. Assim, você operará os dons que lhe foram entregues.
Tudo começa pela graça que nos foi dada, e a respeito dela Paulo falou aos romanos. A graça nos trouxe diversos dons, os quais operam segunda a medida da fé. Então, aumente e fortaleça sua fé para que ela possa operar esses dons de maneira melhor e produtiva.
Quando escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo disse que glorificava a Deus pela graça que havia sido derramada sobre aqueles irmãos (1 Coríntios 1.4). Agora, dirigindo-se aos irmãos de Roma, ele declarou que a graça proporcionou-lhes diferentes dons. Esta mesma graça foi enviada sobre todas as pessoas que recebem Jesus como Salvador e Senhor. Nós, que já O aceitamos, também recebemos esses dons. Agora, é preciso colocá-los em execução, para que, assim, possamos não só ser abençoados, como também abençoar outras pessoas. Na verdade, toda a humanidade irá beneficiar-se das habilidades que nos foram concedidas. A Palavra diz que não é certo deixar de fazer o bem a quem dele precise, se temos o poder para tal (Provérbios 3.27).
A graça de Deus é mais do que favor imerecido, como os teólogos a definem. Ela é o mover de Deus em favor da humanidade. Neste mover, Ele cura, liberta, batiza com o Espírito Santo, consola, abre portas e faz tantas outras coisas boas para todo aquele que em Sua Palavra crê. O poder divino também nos equipa com habilidades – dons –, que devem ser usados para o bem de todos. A igreja precisa que seus membros façam uso abundante dessas aptidões, e o mundo também aguarda essa ação do povo de Deus.
Agora, preste atenção ao detalhe que o apóstolo escreveu: segundo a medida da fé. Nada será feito além da fé que for empregada. Alguém pode ter recebido uma grande fé, mas, se não a usa em suas determinações, pouca coisa consegue. Os dons são operados pela medida da fé aplicada. Então, é bom revigorar a sua fé.
Abraão se fortificou na fé e pôde, assim, ser pai aos cem anos, quando sua mulher estava com 90 anos. Nada é impossível para quem tem a fé forte e a usa. Se você não se tornar forte a sua fé, os dons que lhe foram dados não serão operados com eficiência.
Fortaleça a sua fé a exemplo de Abraão, o qual colocou a promessa de Deus diante de si e não enfraqueceu com incredulidade, olhando para o amortecimento do ventre de Sara. Pelo contrário, ele se voltou para a promessa de Deus, deu glórias ao Senhor e teve a sua fé fortalecida.
Aplique este princípio bíblico. Assim, você operará os dons que lhe foram entregues.
NÃO COMER O PÃO VERDADEIRO FAZ ERRAR.
Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão (João 6.34).
Esse pedido foi feito pelos judeus que estavam discutindo com o Mestre. Eles não entendiam que o próprio Jesus era o Alimento de que todo ser humano precisa. Quem não come deste Pão não se realiza em nada e sofre todo tipo de ataque maligno, passando pela vida como se tudo acabasse no túmulo.
Agradeço ao Senhor Deus por me ter feito ouvir a Palavra aos seis anos de idade. O que eu seria, se não me tivesse entregado a Jesus? Será que ainda estaria vivo? Ou teria sido responsável pela partida de outrem deste mundo, antes do tempo, ou um destruidor de lares? Pai, muito obrigado por ter-me mostrado o verdadeiro Caminho.
Causa estranheza a mim o fato de muita gente de Deus não ter o hábito de ler as Escrituras ou não viver na presença do Altíssimo. Será que essas pessoas se converteram de fato? Como alguém, que se diz membro do Corpo de Cristo, adultera, engana, mente, age desonestamente, ou comete qualquer outro ato que não está de acordo como a vontade divina?
Há pessoas que colocam ações indenizatórias na Justiça contra outras cristãs ou até contra a Igreja do Senhor. Como pode ser isso, se Ele mesmo disse que devemos dar a capa a quem nos quiser tomar a túnica. O Espírito Santo usou Paulo para dizer: Ousa algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos e não perante os santos? (1 Coríntios 6.1).
Creio que o problema é que as pessoas, ao não se alimentarem do Pão dos Céus, ficam nas mãos do inimigo, o qual, então, tem condições de enganá-las, levando-as a realizar coisas condenadas pela Palavra e deixar de praticar o que o Senhor ordenou: a evangelização.
Prezado leitor, o que tem feito para a redenção dos seus familiares? Quando vocês se encontram, conversam sobre o quê? Falam de tudo, menos sobre o mais importante, não é verdade? Você dará contas do que fez ou deixou de fazer com relação aos mandamentos do Pai. Diante disso, mude de atitude, porque Ele não o terá por inocente. Investimos em tudo, menos no essencial: a salvação dos perdidos.
Alguns lutam para salvar a família; mas quanto aos outros que também estão em trevas? Qualquer um, de qualquer nacionalidade, é o próximo que devemos evangelizar. Ao comer do verdadeiro Pão, você verá quão distante tem estado do mandamento. Então, querido amigo, volte correndo para sua missão antes que seja tarde!
Esse pedido foi feito pelos judeus que estavam discutindo com o Mestre. Eles não entendiam que o próprio Jesus era o Alimento de que todo ser humano precisa. Quem não come deste Pão não se realiza em nada e sofre todo tipo de ataque maligno, passando pela vida como se tudo acabasse no túmulo.
Agradeço ao Senhor Deus por me ter feito ouvir a Palavra aos seis anos de idade. O que eu seria, se não me tivesse entregado a Jesus? Será que ainda estaria vivo? Ou teria sido responsável pela partida de outrem deste mundo, antes do tempo, ou um destruidor de lares? Pai, muito obrigado por ter-me mostrado o verdadeiro Caminho.
Causa estranheza a mim o fato de muita gente de Deus não ter o hábito de ler as Escrituras ou não viver na presença do Altíssimo. Será que essas pessoas se converteram de fato? Como alguém, que se diz membro do Corpo de Cristo, adultera, engana, mente, age desonestamente, ou comete qualquer outro ato que não está de acordo como a vontade divina?
Há pessoas que colocam ações indenizatórias na Justiça contra outras cristãs ou até contra a Igreja do Senhor. Como pode ser isso, se Ele mesmo disse que devemos dar a capa a quem nos quiser tomar a túnica. O Espírito Santo usou Paulo para dizer: Ousa algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos e não perante os santos? (1 Coríntios 6.1).
Creio que o problema é que as pessoas, ao não se alimentarem do Pão dos Céus, ficam nas mãos do inimigo, o qual, então, tem condições de enganá-las, levando-as a realizar coisas condenadas pela Palavra e deixar de praticar o que o Senhor ordenou: a evangelização.
Prezado leitor, o que tem feito para a redenção dos seus familiares? Quando vocês se encontram, conversam sobre o quê? Falam de tudo, menos sobre o mais importante, não é verdade? Você dará contas do que fez ou deixou de fazer com relação aos mandamentos do Pai. Diante disso, mude de atitude, porque Ele não o terá por inocente. Investimos em tudo, menos no essencial: a salvação dos perdidos.
Alguns lutam para salvar a família; mas quanto aos outros que também estão em trevas? Qualquer um, de qualquer nacionalidade, é o próximo que devemos evangelizar. Ao comer do verdadeiro Pão, você verá quão distante tem estado do mandamento. Então, querido amigo, volte correndo para sua missão antes que seja tarde!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O QUE AGUARDA OS ÍMPIOS.
Sobre os ímpios fará chover laços, fogo, enxofre e vento tempestuoso; eis a porção do seu copo (Salmo 11.6).
Que sofrimento está reservado para os ímpios, aqueles que, conhecendo a Palavra de Deus, não A respeitam! Eles não têm paz nem se sentem realizados. Seu viver não é nada fácil, e, no grande Dia, descobrirão que sua recompensa será: laço, fogo, enxofre e vento tempestuoso. Porém, mesmo avisados desses castigos e de outros que os aguardam, eles não se corrigem. Por outro lado, os que se convertem e passam a servir ao Altíssimo descobrem que, nEle, há vida – e vida em abundância (João 10.10).
Há um grupo dos que sempre se mantêm rebeldes à voz de Deus: esse são os ímpios, os quais conhecem as proibições bíblicas, mas as praticam mesmo assim. Alguns, por exemplo, para conseguirem uma oferta maior, chegam a enganar, prometendo milagres. Outros são capazes de arrecadar bens ilicitamente, com a falsa desculpa de que o fazem em prol da casa do Senhor. No entanto, o que esses “cristãos” fazem é roubar, porque cobrar para que os necessitados alcancem bênçãos ou para orar por eles nada mais é do que praticar roubo! Mas como tais pessoas ficarão no dia do Juízo? Jesus dirá que nunca as conheceu (Mateus 7.22,23)!
Além desses, há os que sabem que o adultério é pecado, mas insistem em acreditar que o mandamento referente a esse assunto – Não adulterarás (Êxodo 20.14) – vale para todos, menos para eles. Um dia, contudo, serão reunidos no grupo dos que foram infiéis aos cônjuges e, então, gritarão, cheios de remorso e lágrimas, pedindo perdão. No entanto, será tarde demais, como foi para Esaú, o qual vendeu seu direito à primogenitura por um prato de lentilhas. Os ímpios suplicarão por um lugar de arrependimento, mas não serão ouvidos (Hebreus 12.17).
Não vale a pena desrespeitar o que o Todo-Poderoso fala, porque o castigo de quem o fizer será terrível. Aquele que conhece as proibições divinas e as pratica sofrerá o rigor do Senhor. Um exemplo disso é o fato de Deus não ter deixado entrar na terra de Canaã um israelita sequer que tenha duvidado de Sua promessa e crido nos dez espias (Números 14). Hoje, o mesmo sucederá com todos aqueles que fazem pouco caso do que Ele estabelece como padrão de vida.
Os que agem com impiedade já não vivem em paz. Eles estão sempre sobressaltados, perturbados, e não param de cair em laços. Para piorar, os elementos que o Senhor tem preparado para atormentar Satanás pelos séculos dos séculos – fogo e enxofre (Apocalipse 21.8), além do vento tempestuoso – serão companheiros deles por toda a eternidade. Eles sabem da advertência divina, mas não se corrigem! Entretanto, para aqueles que se voltam para o Senhor, confessam seus pecados e os deixam, passando a servir-Lhe de todo o coração, há vida com abundância.
Que sofrimento está reservado para os ímpios, aqueles que, conhecendo a Palavra de Deus, não A respeitam! Eles não têm paz nem se sentem realizados. Seu viver não é nada fácil, e, no grande Dia, descobrirão que sua recompensa será: laço, fogo, enxofre e vento tempestuoso. Porém, mesmo avisados desses castigos e de outros que os aguardam, eles não se corrigem. Por outro lado, os que se convertem e passam a servir ao Altíssimo descobrem que, nEle, há vida – e vida em abundância (João 10.10).
Há um grupo dos que sempre se mantêm rebeldes à voz de Deus: esse são os ímpios, os quais conhecem as proibições bíblicas, mas as praticam mesmo assim. Alguns, por exemplo, para conseguirem uma oferta maior, chegam a enganar, prometendo milagres. Outros são capazes de arrecadar bens ilicitamente, com a falsa desculpa de que o fazem em prol da casa do Senhor. No entanto, o que esses “cristãos” fazem é roubar, porque cobrar para que os necessitados alcancem bênçãos ou para orar por eles nada mais é do que praticar roubo! Mas como tais pessoas ficarão no dia do Juízo? Jesus dirá que nunca as conheceu (Mateus 7.22,23)!
Além desses, há os que sabem que o adultério é pecado, mas insistem em acreditar que o mandamento referente a esse assunto – Não adulterarás (Êxodo 20.14) – vale para todos, menos para eles. Um dia, contudo, serão reunidos no grupo dos que foram infiéis aos cônjuges e, então, gritarão, cheios de remorso e lágrimas, pedindo perdão. No entanto, será tarde demais, como foi para Esaú, o qual vendeu seu direito à primogenitura por um prato de lentilhas. Os ímpios suplicarão por um lugar de arrependimento, mas não serão ouvidos (Hebreus 12.17).
Não vale a pena desrespeitar o que o Todo-Poderoso fala, porque o castigo de quem o fizer será terrível. Aquele que conhece as proibições divinas e as pratica sofrerá o rigor do Senhor. Um exemplo disso é o fato de Deus não ter deixado entrar na terra de Canaã um israelita sequer que tenha duvidado de Sua promessa e crido nos dez espias (Números 14). Hoje, o mesmo sucederá com todos aqueles que fazem pouco caso do que Ele estabelece como padrão de vida.
Os que agem com impiedade já não vivem em paz. Eles estão sempre sobressaltados, perturbados, e não param de cair em laços. Para piorar, os elementos que o Senhor tem preparado para atormentar Satanás pelos séculos dos séculos – fogo e enxofre (Apocalipse 21.8), além do vento tempestuoso – serão companheiros deles por toda a eternidade. Eles sabem da advertência divina, mas não se corrigem! Entretanto, para aqueles que se voltam para o Senhor, confessam seus pecados e os deixam, passando a servir-Lhe de todo o coração, há vida com abundância.
COMO AS PESSOAS O ENXERGAM.
Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta (João 4.19).
Como é bom quando as pessoas veem em nós a unção divina. A sunamita reconheceu que Eliseu era um homem de Deus pelo seu procedimento (2 Reis 4.8-10). Que tipo de pessoa os outros veem em você? Você se preocupa com o que veste, o que fala, com o seu olhar, sua aparência, enfim, tudo a seu respeito?
Quando damos algo ao Pai, Ele nos retorna com uma medida muito maior. Quem dá do seu tempo ao Senhor, dos seus bens, da sua sabedoria e de tudo pode reivindicar um retorno multiplicado. DEle ninguém zomba, pois tudo o que o homem semear, isso ceifará (Gálatas 6.7). Dar ao Altíssimo o melhor é plantar para colher o que existe de mais precioso, e muitas vezes mais.
Eliseu tinha a postura de alguém comprometido com a obra do Senhor, por isso, deu bom testemunho e demonstrou ter o amor de Deus. Consequentemente, a maior recompensa que o profeta teve não foi o quarto, construído especialmente para ele, nem o comentário que aquela senhora fez ao marido de que Eliseu era verdadeiramente um servo do Altíssimo, mas aquilo que lhe está preparado e receberá no grande Dia das mãos do único e verdadeiro Juiz.
Qual será a recompensa de quem se deixou ser visto como alguém comprometido com o pecado? Se as suas roupas causam escândalo, coitado de você! O Senhor Jesus, pela Sua Palavra, adverte-nos: E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos (Lucas 17.1,2). É claro que o suicídio é algo que ninguém deve cometer, pois a ordem: Não matarás (Êxodo 20.13) refere-se também a quem se mata. Mas aquele que faz desviar um pequenino discípulo do Mestre comete o pior dos erros.
Quando você fecha um negócio, o que a outra parte diz a seu respeito? Quem vende tem o direito de obter lucro, pois esse é o seu salário pelo trabalho despendido. Contudo, enganar, lesando outrem, é algo que as pessoas de bem nunca devem fazer. Se alguém o vê como um espertinho, muito cuidado! O Todo-Poderoso vê melhor que as demais pessoas.
Era meio-dia, e as mulheres de má fama iam buscar água na fonte de Jacó (João 4.6-15). Se fosse um desses irresponsáveis obreiros da iniquidade, o que teria dito aquela senhora a respeito do Mestre? No entanto, Jesus levou-a ao entendimento espiritual correto, e ela confessou que O via como profeta. Cuidado com a opinião dos outros. Nós somos as cartas vivas de Cristo, as quais devem ser lidas por todos (2 Coríntios 3.1-5).
Como é bom quando as pessoas veem em nós a unção divina. A sunamita reconheceu que Eliseu era um homem de Deus pelo seu procedimento (2 Reis 4.8-10). Que tipo de pessoa os outros veem em você? Você se preocupa com o que veste, o que fala, com o seu olhar, sua aparência, enfim, tudo a seu respeito?
Quando damos algo ao Pai, Ele nos retorna com uma medida muito maior. Quem dá do seu tempo ao Senhor, dos seus bens, da sua sabedoria e de tudo pode reivindicar um retorno multiplicado. DEle ninguém zomba, pois tudo o que o homem semear, isso ceifará (Gálatas 6.7). Dar ao Altíssimo o melhor é plantar para colher o que existe de mais precioso, e muitas vezes mais.
Eliseu tinha a postura de alguém comprometido com a obra do Senhor, por isso, deu bom testemunho e demonstrou ter o amor de Deus. Consequentemente, a maior recompensa que o profeta teve não foi o quarto, construído especialmente para ele, nem o comentário que aquela senhora fez ao marido de que Eliseu era verdadeiramente um servo do Altíssimo, mas aquilo que lhe está preparado e receberá no grande Dia das mãos do único e verdadeiro Juiz.
Qual será a recompensa de quem se deixou ser visto como alguém comprometido com o pecado? Se as suas roupas causam escândalo, coitado de você! O Senhor Jesus, pela Sua Palavra, adverte-nos: E disse aos discípulos: É impossível que não venham escândalos, mas ai daquele por quem vierem! Melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma pedra de moinho, e fosse lançado ao mar, do que fazer tropeçar um destes pequenos (Lucas 17.1,2). É claro que o suicídio é algo que ninguém deve cometer, pois a ordem: Não matarás (Êxodo 20.13) refere-se também a quem se mata. Mas aquele que faz desviar um pequenino discípulo do Mestre comete o pior dos erros.
Quando você fecha um negócio, o que a outra parte diz a seu respeito? Quem vende tem o direito de obter lucro, pois esse é o seu salário pelo trabalho despendido. Contudo, enganar, lesando outrem, é algo que as pessoas de bem nunca devem fazer. Se alguém o vê como um espertinho, muito cuidado! O Todo-Poderoso vê melhor que as demais pessoas.
Era meio-dia, e as mulheres de má fama iam buscar água na fonte de Jacó (João 4.6-15). Se fosse um desses irresponsáveis obreiros da iniquidade, o que teria dito aquela senhora a respeito do Mestre? No entanto, Jesus levou-a ao entendimento espiritual correto, e ela confessou que O via como profeta. Cuidado com a opinião dos outros. Nós somos as cartas vivas de Cristo, as quais devem ser lidas por todos (2 Coríntios 3.1-5).
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
OS CICLOS da VIDA
Ensina-nos a contar os nossos dias de tal maneira que alcancemos corações sábios”. (Sl 90.12)"
A vida do homem é marcada por ciclos espirituais. Assim como as estações do ano há tempo para todo propósito debaixo do céu. Tempo de plantar, tempo de colher, tempo de rir, tempo de chorar, tempo de amar, etc. (Ec 3). Em diversos textos bíblicos, existem comparações entre a vida humana e as árvores, sementes e plantas. “Quanto ao homem, os seus dias são como a erva; como a flor do campo, assim ele floresce” (Sl 103.15). Da mesma forma, como caem as folhas das árvores, estamos sujeitos às mudanças das estações. Talvez a sua alma esteja num período de inverno emocional, e uma crosta de gelo tenha endurecido o seu coração. Houve um dia em que o salmista disse: “O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão” (Sl 102.4). De tristeza, ele perdeu até a fome. Cuidado! Esta frieza emocional pode levar à morte os sentimentos que ainda relutam para sobreviver em meio aos ventos contrários. Quando o vento frio é muito forte, os nossos olhos lacrimejam. Se hoje uma lágrima rolar em seu rosto, não a impeça, mas chore com esperança.O inverno vai passar. Firme as suas raízes em Deus e espere. Ao invés de derrubar-lhe, os açoites dos ventos irão engrossar o seu tronco e fortalecer a sua fé. O profeta Jeremias disse que “o homem que confia no Senhor, que colocou no Senhor toda a sua esperança, esse sim é muito feliz! A sua vida é cheia de bênçãos. Ele é como uma árvore plantada à beira de um rio; as suas raízes entram profundamente na terra, em direção à água. Por isso ele não se incomoda com o calor, e suas folhas continuam verdes; mesmo no tempo da seca, ele não deixa de produzir belos frutos” (Jr 17.7,8 – Bíblia Viva). A qualquer momento, o Sol da justiça resplandecerá e você verá que um novo ciclo começou. Creia! A sua alegria virá no amanhecer (Sl 30.5).
A vida do homem é marcada por ciclos espirituais. Assim como as estações do ano há tempo para todo propósito debaixo do céu. Tempo de plantar, tempo de colher, tempo de rir, tempo de chorar, tempo de amar, etc. (Ec 3). Em diversos textos bíblicos, existem comparações entre a vida humana e as árvores, sementes e plantas. “Quanto ao homem, os seus dias são como a erva; como a flor do campo, assim ele floresce” (Sl 103.15). Da mesma forma, como caem as folhas das árvores, estamos sujeitos às mudanças das estações. Talvez a sua alma esteja num período de inverno emocional, e uma crosta de gelo tenha endurecido o seu coração. Houve um dia em que o salmista disse: “O meu coração está ferido e seco como a erva, pelo que até me esqueço de comer o meu pão” (Sl 102.4). De tristeza, ele perdeu até a fome. Cuidado! Esta frieza emocional pode levar à morte os sentimentos que ainda relutam para sobreviver em meio aos ventos contrários. Quando o vento frio é muito forte, os nossos olhos lacrimejam. Se hoje uma lágrima rolar em seu rosto, não a impeça, mas chore com esperança.O inverno vai passar. Firme as suas raízes em Deus e espere. Ao invés de derrubar-lhe, os açoites dos ventos irão engrossar o seu tronco e fortalecer a sua fé. O profeta Jeremias disse que “o homem que confia no Senhor, que colocou no Senhor toda a sua esperança, esse sim é muito feliz! A sua vida é cheia de bênçãos. Ele é como uma árvore plantada à beira de um rio; as suas raízes entram profundamente na terra, em direção à água. Por isso ele não se incomoda com o calor, e suas folhas continuam verdes; mesmo no tempo da seca, ele não deixa de produzir belos frutos” (Jr 17.7,8 – Bíblia Viva). A qualquer momento, o Sol da justiça resplandecerá e você verá que um novo ciclo começou. Creia! A sua alegria virá no amanhecer (Sl 30.5).
AMPLIA as NOSSAS TENDAS
Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência” (Gn 15.5)."
É possível! Esta é a resposta do Espírito Santo diante das nossas impossibilidades quando cremos em Seu poder. Tudo aquilo que ansiamos viver, dentro da vontade perfeita de Deus, está dentro das possibilidades da fé. Abra os olhos e veja! O poder de Deus é liberado em nossas vidas segundo a visão da fé que Ele nos dá. Ele disse a Abraão: “Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre” (Gn 13.14,15). Diferente de Ló, Abraão preferiu viver a vontade de Deus. Escrevendo aos gálatas, Paulo disse que nós somos herdeiros juntamente com Abraão: “E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa” (Gl 3.29). Alinhe seus passos com o mover do Espírito e Ele levará você à terra prometida. Esta herança espiritual pertence à sua descendência. Se Ele tem compartilhado com você os Seus sonhos é porque deseja torná-los realidade. Não há causa impossível para o Senhor! Olhe para Ele. A fé muda a nossa perspectiva, da realidade do homem para a realidade de Deus. Foi o que Abraão aprendeu quando o Anjo do Senhor o visitou em sua tenda. Seus olhos estavam focados nos fatos, mas o milagre estava retido na esfera da fé. Ele teve que aprender a olhar para o infinito a fim de viver os sonhos divinos. O Senhor “então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. E creu ele no Senhor...” (Gn 15.5,6 - itálico nosso). Aprenda com Abraão este princípio poderoso: o poder está na visão de fé! Se a sua perspectiva de vida estiver certa Deus trabalhará nela e se não houver nenhuma perspectiva Deus entrará em ação. Se for preciso, Ele tirará você da terra que limita a sua visão para que a sua fé expanda a ponto de alcançar o sonho de Deus. Ele ampliará a sua tenda! Como o salmista, peça a Deus: “Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei” (Sl 119.18).
É possível! Esta é a resposta do Espírito Santo diante das nossas impossibilidades quando cremos em Seu poder. Tudo aquilo que ansiamos viver, dentro da vontade perfeita de Deus, está dentro das possibilidades da fé. Abra os olhos e veja! O poder de Deus é liberado em nossas vidas segundo a visão da fé que Ele nos dá. Ele disse a Abraão: “Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre” (Gn 13.14,15). Diferente de Ló, Abraão preferiu viver a vontade de Deus. Escrevendo aos gálatas, Paulo disse que nós somos herdeiros juntamente com Abraão: “E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa” (Gl 3.29). Alinhe seus passos com o mover do Espírito e Ele levará você à terra prometida. Esta herança espiritual pertence à sua descendência. Se Ele tem compartilhado com você os Seus sonhos é porque deseja torná-los realidade. Não há causa impossível para o Senhor! Olhe para Ele. A fé muda a nossa perspectiva, da realidade do homem para a realidade de Deus. Foi o que Abraão aprendeu quando o Anjo do Senhor o visitou em sua tenda. Seus olhos estavam focados nos fatos, mas o milagre estava retido na esfera da fé. Ele teve que aprender a olhar para o infinito a fim de viver os sonhos divinos. O Senhor “então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. E creu ele no Senhor...” (Gn 15.5,6 - itálico nosso). Aprenda com Abraão este princípio poderoso: o poder está na visão de fé! Se a sua perspectiva de vida estiver certa Deus trabalhará nela e se não houver nenhuma perspectiva Deus entrará em ação. Se for preciso, Ele tirará você da terra que limita a sua visão para que a sua fé expanda a ponto de alcançar o sonho de Deus. Ele ampliará a sua tenda! Como o salmista, peça a Deus: “Abre tu os meus olhos, para que veja as maravilhas da tua lei” (Sl 119.18).
O PODER dos UNGIDOS de DEUS
o Senhor julgará as extremidades da terra; e dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido” (1Sm 2.10)."
Este é o ano dos príncipes de Deus! Como Ana, nós também podemos declarar: “O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor” (1Sm 2.1 – itálico nosso). Ela reconhecia toda a sua impotência diante da situação que a envolvia, mas descobriu que da sua fraqueza Deus podia extrair força. Ana viu, com os olhos da fé, Deus agindo soberanamente em favor dos fracos e abatidos desta terra e declarou: Ele “levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória” (v.8 – itálico nosso). Ele nos colocou neste lugar de provisão abundante, por isso tome posse dos lugares celestiais onde Ele honrará sua vida. Assim como Ana, o apóstolo Paulo disse: “Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” (Rm 5.17). Assuma o seu lugar de honra e glória com o Senhor e exerça a sua autoridade em Nome de Jesus. Ele nos entregou o reino e nos fez participantes da Sua realidade. Nós podemos escolher a forma como desejamos viver. Qualquer que seja a situação, Deus está mais interessado na nossa atitude diante dela do que no fato em si. Aquilo que está acontecendo é colheita do passado, mas a nossa resposta à situação é semente para o futuro. Mova-se com os príncipes em autoridade e poder porque a unção do Espírito de Deus está sobre a sua vida! Ele colocou uma coroa de honra e glória sobre a sua cabeça, então reine com Ele. “O Senhor exaltará o poder do seu ungido” (1Sm 2.10). Rompa com a vida da alma e o homem natural, porque ele não discerne as coisas do Espírito. Em Cristo somos mais que vencedores! Lembre-se das palavras de João e assuma o seu lugar de vitória: “Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém” (Ap 1.5,6).
Este é o ano dos príncipes de Deus! Como Ana, nós também podemos declarar: “O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor” (1Sm 2.1 – itálico nosso). Ela reconhecia toda a sua impotência diante da situação que a envolvia, mas descobriu que da sua fraqueza Deus podia extrair força. Ana viu, com os olhos da fé, Deus agindo soberanamente em favor dos fracos e abatidos desta terra e declarou: Ele “levanta o pobre do pó, e desde o monturo exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória” (v.8 – itálico nosso). Ele nos colocou neste lugar de provisão abundante, por isso tome posse dos lugares celestiais onde Ele honrará sua vida. Assim como Ana, o apóstolo Paulo disse: “Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” (Rm 5.17). Assuma o seu lugar de honra e glória com o Senhor e exerça a sua autoridade em Nome de Jesus. Ele nos entregou o reino e nos fez participantes da Sua realidade. Nós podemos escolher a forma como desejamos viver. Qualquer que seja a situação, Deus está mais interessado na nossa atitude diante dela do que no fato em si. Aquilo que está acontecendo é colheita do passado, mas a nossa resposta à situação é semente para o futuro. Mova-se com os príncipes em autoridade e poder porque a unção do Espírito de Deus está sobre a sua vida! Ele colocou uma coroa de honra e glória sobre a sua cabeça, então reine com Ele. “O Senhor exaltará o poder do seu ungido” (1Sm 2.10). Rompa com a vida da alma e o homem natural, porque ele não discerne as coisas do Espírito. Em Cristo somos mais que vencedores! Lembre-se das palavras de João e assuma o seu lugar de vitória: “Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém” (Ap 1.5,6).
domingo, 1 de novembro de 2009
COMO CONSEGUIR A PROSPERIDADE.
Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos darão; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. (Lucas 6.38)
Todos desejam prosperar, mas como conseguir isso é o que intriga a maioria das pessoas. Quem crê que Jesus é a Verdade, que Ele jamais mentiria ou enganaria, sabe que o versículo acima saiu dos Seus lábios e, portanto, é verdadeiro. Mas a realidade de vida de alguns (o testemunho) nem sempre prova que, de fato, as palavras do Senhor não passam, tampouco voltam vazias (Is 55.11).
OFERTE – o Senhor disse “dai” e garantiu que quem assim agir será restituído em muito mais e acrescentou que a recompensa vem na mesma medida da oferta. Muita gente dá com liberalidade e supõe que receberá da mesma forma, mas isso nem sempre acontece. Há falha na promessa de Jesus? Claro que não!
Nenhuma palavra de Deus jamais falhou ou deixará de se cumprir. Examinando outras declarações do Senhor Jesus, entendemos por que, algumas vezes, pode parecer que a promessa divina não “funcionou”.
• Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo, e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou (Jo 5.30).
• Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer (Jo 15.5).
Então, podemos perceber que, quase sempre, o que acontece é que não ofertamos movidos pelo Espírito Santo, o qual é quem nos conta o que foi dito nos Céus. O ato de dar ofertas deve seguir um mover de Deus em nossa vida. Sentimos no coração Sua voz dizer-nos para dar X e, se o fizermos, poderemos clamar a recompensa. Sem a direção do Senhor, será pura perda de tempo e de recursos ofertar, pois, sem Ele, nada podemos fazer.
É só ficar atento e em comunhão com a Palavra, pois Ela fala sempre ao nosso espírito, e não à nossa mente. Ao termos certeza de que o Pai está-nos orientando a que invistamos em Sua obra ou que ajudemos alguém, devemos logo obedecer-Lhe e, ato seguinte, tomar posse da recompensa.
Se você passar a fazer todas as coisas sob a direção divina, verá que todas as promessas irão cumprir-se em sua vida, a qual será grandemente abençoada
Todos desejam prosperar, mas como conseguir isso é o que intriga a maioria das pessoas. Quem crê que Jesus é a Verdade, que Ele jamais mentiria ou enganaria, sabe que o versículo acima saiu dos Seus lábios e, portanto, é verdadeiro. Mas a realidade de vida de alguns (o testemunho) nem sempre prova que, de fato, as palavras do Senhor não passam, tampouco voltam vazias (Is 55.11).
OFERTE – o Senhor disse “dai” e garantiu que quem assim agir será restituído em muito mais e acrescentou que a recompensa vem na mesma medida da oferta. Muita gente dá com liberalidade e supõe que receberá da mesma forma, mas isso nem sempre acontece. Há falha na promessa de Jesus? Claro que não!
Nenhuma palavra de Deus jamais falhou ou deixará de se cumprir. Examinando outras declarações do Senhor Jesus, entendemos por que, algumas vezes, pode parecer que a promessa divina não “funcionou”.
• Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma; como ouço, assim julgo, e o meu juízo é justo, porque não busco a minha vontade, mas a vontade do Pai, que me enviou (Jo 5.30).
• Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer (Jo 15.5).
Então, podemos perceber que, quase sempre, o que acontece é que não ofertamos movidos pelo Espírito Santo, o qual é quem nos conta o que foi dito nos Céus. O ato de dar ofertas deve seguir um mover de Deus em nossa vida. Sentimos no coração Sua voz dizer-nos para dar X e, se o fizermos, poderemos clamar a recompensa. Sem a direção do Senhor, será pura perda de tempo e de recursos ofertar, pois, sem Ele, nada podemos fazer.
É só ficar atento e em comunhão com a Palavra, pois Ela fala sempre ao nosso espírito, e não à nossa mente. Ao termos certeza de que o Pai está-nos orientando a que invistamos em Sua obra ou que ajudemos alguém, devemos logo obedecer-Lhe e, ato seguinte, tomar posse da recompensa.
Se você passar a fazer todas as coisas sob a direção divina, verá que todas as promessas irão cumprir-se em sua vida, a qual será grandemente abençoada
NÃO SIRVA MAIS AO PECADO.
Sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado. (Romanos 6.6)
A grande tragédia da humanidade, em todas as gerações, tem sido a submissão ao pecado e, por isso, reina com plena liberdade as conseqüências dele: enfermidades, miséria, vícios etc. Como, entretanto, podemos ser livres dessa “sina” que parece ser irreversível?
O VELHO HOMEM – Nosso velho homem era escravo do pecado por causa de nossa natureza em Adão – o qual, cobiçando ser igual a Deus, não confiou na palavra dEle, traiu-O e desobedeceu-Lhe, comendo do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Entretanto, tendo conhecimento de que o nosso velho homem foi com Jesus crucificado quando O recebemos como Senhor de nossa vida, somos libertos do domínio do pecado! Esse entendimento, contudo, não pode ser apenas teórico. Precisamos crer nessa revelação da Palavra, pois é a única maneira de não deixarmos o pecado reinar em nossa vida.
O NOVO HOMEM - Alguém que cometa sempre os mesmos erros, se souber que a velha natureza (a qual é caída e submissa ao inimigo) foi crucificada com o Senhor, terá forças para não mais deixar que ela o domine.
Da mesma forma, as pessoas que se esforçam para se livrar de tentações, mas não conseguem, precisam saber que, aceitando o Senhor Jesus como Salvador, farão parte dessa bênção de terem sido crucificadas com o Ele e não mais terem de se curvar diante de pecado algum.
Em Romanos 6.6 aprendemos ainda que o corpo do pecado, com o qual já nascemos, foi desfeito. Então, Aleluia! Estamos livres do cativeiro, não precisamos viver no erro nem permitir que o diabo nos toque. A inclinação para o erro que o inimigo pôs sobre o homem não existe em quem aceita Jesus como Senhor e Salvador.
A Escritura diz que tudo isso foi feito para que não sirvamos mais ao pecado. É assim que o Pai quer que você viva: liberto! Então, agora mesmo, detecte em que o maligno o tem usado: em pensamentos, palavras, ações, omissões etc. Depois, tome a decisão de que, de hoje em diante, sua vida será comandada pela Palavra de Deus, pois seu velho ser foi crucificado com Jesus.
A grande tragédia da humanidade, em todas as gerações, tem sido a submissão ao pecado e, por isso, reina com plena liberdade as conseqüências dele: enfermidades, miséria, vícios etc. Como, entretanto, podemos ser livres dessa “sina” que parece ser irreversível?
O VELHO HOMEM – Nosso velho homem era escravo do pecado por causa de nossa natureza em Adão – o qual, cobiçando ser igual a Deus, não confiou na palavra dEle, traiu-O e desobedeceu-Lhe, comendo do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Entretanto, tendo conhecimento de que o nosso velho homem foi com Jesus crucificado quando O recebemos como Senhor de nossa vida, somos libertos do domínio do pecado! Esse entendimento, contudo, não pode ser apenas teórico. Precisamos crer nessa revelação da Palavra, pois é a única maneira de não deixarmos o pecado reinar em nossa vida.
O NOVO HOMEM - Alguém que cometa sempre os mesmos erros, se souber que a velha natureza (a qual é caída e submissa ao inimigo) foi crucificada com o Senhor, terá forças para não mais deixar que ela o domine.
Da mesma forma, as pessoas que se esforçam para se livrar de tentações, mas não conseguem, precisam saber que, aceitando o Senhor Jesus como Salvador, farão parte dessa bênção de terem sido crucificadas com o Ele e não mais terem de se curvar diante de pecado algum.
Em Romanos 6.6 aprendemos ainda que o corpo do pecado, com o qual já nascemos, foi desfeito. Então, Aleluia! Estamos livres do cativeiro, não precisamos viver no erro nem permitir que o diabo nos toque. A inclinação para o erro que o inimigo pôs sobre o homem não existe em quem aceita Jesus como Senhor e Salvador.
A Escritura diz que tudo isso foi feito para que não sirvamos mais ao pecado. É assim que o Pai quer que você viva: liberto! Então, agora mesmo, detecte em que o maligno o tem usado: em pensamentos, palavras, ações, omissões etc. Depois, tome a decisão de que, de hoje em diante, sua vida será comandada pela Palavra de Deus, pois seu velho ser foi crucificado com Jesus.
REUNIÃO ESPECIAL .
E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; escutai-o (Mateus 17.5).
Jesus escolheu os discípulos Pedro, Tiago e João para uma reunião especial, na qual a glória divina desceu e envolveu os que estavam presentes. Então, naquele momento, o inexplicável ocorreu: Moisés, que havia falecido por ordem de Deus e sido enterrado por Ele (Deuteronômio 34.4-7), estava vivo e falava com o Mestre; quanto a Elias, que havia ido para o Céu em um carro de fogo (2 Reis 2.11), também estava lá, por ordenança divina. Naquele encontro, a mensagem transmitida para os discípulos foi a de que eles deveriam ouvir o que Cristo, o Filho do Altíssimo, tinha para lhes falar.
Deus age como Lhe agrada. O Todo-Poderoso chama aqueles que Ele mesmo quer para experiências as quais julga necessárias. Algumas dessas reuniões com o Senhor podem ser contadas a terceiros; outras, no entanto, não o podem, pois muitos não as entenderiam. Há segredos que Deus nos conta para o nosso fortalecimento pessoal, e, se forem revelados a outras pessoas, elas serão usadas como um balde de água em nossa fogueira de fé, para que nos esfriemos espiritualmente.
Aqueles discípulos nem suspeitavam do que estava para acontecer. Assim também ocorre conosco, quando um simples chamado nos é feito para compartilharmos o Evangelho com alguém, passarmos um momento de consagração, irmos a um culto, dentre outras situações. Nenhum convite do Pai é feito sem motivo relevante; afinal, se Deus estiver onde dois ou três se reunirem em Seu Nome (Mateus 18.20), Ele, certamente, operará maravilhas na vida deles, como, por exemplo, operou na dos discípulos, os quais viram a glória divina e foram envoltos por ela.
O que o Altíssimo faz não pode ser questionado, pois Ele é Senhor absoluto e sabe por que nos convida para certas obras. Naquela reunião, Moisés, que tinha morrido havia muitos séculos, apareceu falando com Deus. Os vivos e os mortos estão nas mãos de Deus, e Ele faz como deseja. Sobre a morte desse servo do Senhor, não temos muita informação, no entanto, lemos, na Palavra, que o diabo quis saber onde estava o corpo de Moisés e, para isso, pressionou o arcanjo Miguel, o qual, com sabedoria, disse: O Senhor te repreenda (Judas 9), pois os assuntos encobertos pertencem somente a Ele (Deuteronômio 29.29). O Altíssimo faz como Lhe apraz. A nós compete, simplesmente, crer no que Ele declara. Naquele mesmo dia, Elias, que não havia morrido, mas fora para o Céu havia muito tempo, estava com Moisés e falava com o Senhor.
Naquele encontro especial, Deus transmitiu um recado aos apóstolos, o qual serve perfeitamente para nós: é preciso ouvir Seu Filho amado. Isso é, exatamente, o que devemos fazer hoje, pois, erradamente, temos escutado o que muitos têm dito, enquanto deveríamos ouvir somente a voz do Senhor. Pense nisso
Jesus escolheu os discípulos Pedro, Tiago e João para uma reunião especial, na qual a glória divina desceu e envolveu os que estavam presentes. Então, naquele momento, o inexplicável ocorreu: Moisés, que havia falecido por ordem de Deus e sido enterrado por Ele (Deuteronômio 34.4-7), estava vivo e falava com o Mestre; quanto a Elias, que havia ido para o Céu em um carro de fogo (2 Reis 2.11), também estava lá, por ordenança divina. Naquele encontro, a mensagem transmitida para os discípulos foi a de que eles deveriam ouvir o que Cristo, o Filho do Altíssimo, tinha para lhes falar.
Deus age como Lhe agrada. O Todo-Poderoso chama aqueles que Ele mesmo quer para experiências as quais julga necessárias. Algumas dessas reuniões com o Senhor podem ser contadas a terceiros; outras, no entanto, não o podem, pois muitos não as entenderiam. Há segredos que Deus nos conta para o nosso fortalecimento pessoal, e, se forem revelados a outras pessoas, elas serão usadas como um balde de água em nossa fogueira de fé, para que nos esfriemos espiritualmente.
Aqueles discípulos nem suspeitavam do que estava para acontecer. Assim também ocorre conosco, quando um simples chamado nos é feito para compartilharmos o Evangelho com alguém, passarmos um momento de consagração, irmos a um culto, dentre outras situações. Nenhum convite do Pai é feito sem motivo relevante; afinal, se Deus estiver onde dois ou três se reunirem em Seu Nome (Mateus 18.20), Ele, certamente, operará maravilhas na vida deles, como, por exemplo, operou na dos discípulos, os quais viram a glória divina e foram envoltos por ela.
O que o Altíssimo faz não pode ser questionado, pois Ele é Senhor absoluto e sabe por que nos convida para certas obras. Naquela reunião, Moisés, que tinha morrido havia muitos séculos, apareceu falando com Deus. Os vivos e os mortos estão nas mãos de Deus, e Ele faz como deseja. Sobre a morte desse servo do Senhor, não temos muita informação, no entanto, lemos, na Palavra, que o diabo quis saber onde estava o corpo de Moisés e, para isso, pressionou o arcanjo Miguel, o qual, com sabedoria, disse: O Senhor te repreenda (Judas 9), pois os assuntos encobertos pertencem somente a Ele (Deuteronômio 29.29). O Altíssimo faz como Lhe apraz. A nós compete, simplesmente, crer no que Ele declara. Naquele mesmo dia, Elias, que não havia morrido, mas fora para o Céu havia muito tempo, estava com Moisés e falava com o Senhor.
Naquele encontro especial, Deus transmitiu um recado aos apóstolos, o qual serve perfeitamente para nós: é preciso ouvir Seu Filho amado. Isso é, exatamente, o que devemos fazer hoje, pois, erradamente, temos escutado o que muitos têm dito, enquanto deveríamos ouvir somente a voz do Senhor. Pense nisso
NÃO AME O DINHEIRO.
O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isso é vaidade (Eclesiastes 5.10).
O livro de Eclesiastes contém as reflexões de Salomão, o qual foi o homem mais sábio que já pisou sobre a face da terra (1 Reis 4.29-34). No entanto, seus escritos não foram fruto de seu próprio entendimento, mas, sim, do Espírito de Deus, que o usou para escrever três livros e vários salmos.
Nas palavras inspiradas de Salomão, o que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro. Não há nada demais no fato de uma pessoa possuir muito dinheiro. Ela pode até gostar dos recursos que estão em suas mãos, pois, até aí, não cometeu erro algum. Mas, se ela vier a amar o dinheiro, certamente, cairá em laço do inimigo.
Tanto quem possui dinheiro quanto quem não o tem deve evitar amar essa ferramenta, a qual sempre deve ser encarada como mero recurso, e não como um senhor a quem se ama. Biblicamente falando, aquele que ama a Deus guarda Seus mandamentos e serve ao Senhor (João 14.15), mas a pessoa que ama o dinheiro luta de todas as formas para consegui-lo e acaba servindo a ele. Então, seja pouco ou muito o que possuímos, isso nunca deve deixar de ser um meio, e, como tal, precisa ser empregado, primeiro, na obra do nosso Pai e, depois, em nosso sustento e bem-estar (Mateus 6.33). Utilizar os bens que nos são colocados à mão apenas em proveito próprio é errar completamente.
Quando uma pessoa passa a amar o dinheiro, o amor de Deus se afasta dela (1 Timóteo 6.10). Por isso, quem tem juízo tem de lutar para nunca perder o amor do Senhor. Mas como fazer isso? A resposta é muito simples: quando O amamos, Ele nos ama, e, com a medida que medimos, Ele nos mede. Nós ditamos a maneira de sermos amados. Amar mais qualquer coisa é como dar o pedido de divórcio para o Senhor. Não nos podemos iludir: Mamom, o deus da riqueza, é impotente para nos guardar dos ataques do maligno.
Há quem lute de todos os modos para ter abundância e, quando a consegue, passa a amá-la, e isso não é bom! Jesus disse que a quem muito foi dado, muito mais lhe será pedido (Lucas 12.48). A triste verdade é que quem ama a abundância jamais irá satisfazer-se com a renda que tem. Os alvos de tal pessoa mudam completamente, e ela passa a ver o mundo de forma diferente da que Deus quer que ela tenha.
Os bens devem ser encarados somente como ferramentas. Quem desobedece à exortação divina cai em laço. Com o tempo, o dinheiro e a abundância podem levar quem os ama a praticarem atos proibidos no intuito de obterem ainda mais riquezas. As cadeias estão cheias de pessoas que agiram desse modo. Sendo o Senhor o Seu Deus, Ele colocará em suas mãos o que for necessário. Só a Ele devemos servir e prestar culto!
O livro de Eclesiastes contém as reflexões de Salomão, o qual foi o homem mais sábio que já pisou sobre a face da terra (1 Reis 4.29-34). No entanto, seus escritos não foram fruto de seu próprio entendimento, mas, sim, do Espírito de Deus, que o usou para escrever três livros e vários salmos.
Nas palavras inspiradas de Salomão, o que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro. Não há nada demais no fato de uma pessoa possuir muito dinheiro. Ela pode até gostar dos recursos que estão em suas mãos, pois, até aí, não cometeu erro algum. Mas, se ela vier a amar o dinheiro, certamente, cairá em laço do inimigo.
Tanto quem possui dinheiro quanto quem não o tem deve evitar amar essa ferramenta, a qual sempre deve ser encarada como mero recurso, e não como um senhor a quem se ama. Biblicamente falando, aquele que ama a Deus guarda Seus mandamentos e serve ao Senhor (João 14.15), mas a pessoa que ama o dinheiro luta de todas as formas para consegui-lo e acaba servindo a ele. Então, seja pouco ou muito o que possuímos, isso nunca deve deixar de ser um meio, e, como tal, precisa ser empregado, primeiro, na obra do nosso Pai e, depois, em nosso sustento e bem-estar (Mateus 6.33). Utilizar os bens que nos são colocados à mão apenas em proveito próprio é errar completamente.
Quando uma pessoa passa a amar o dinheiro, o amor de Deus se afasta dela (1 Timóteo 6.10). Por isso, quem tem juízo tem de lutar para nunca perder o amor do Senhor. Mas como fazer isso? A resposta é muito simples: quando O amamos, Ele nos ama, e, com a medida que medimos, Ele nos mede. Nós ditamos a maneira de sermos amados. Amar mais qualquer coisa é como dar o pedido de divórcio para o Senhor. Não nos podemos iludir: Mamom, o deus da riqueza, é impotente para nos guardar dos ataques do maligno.
Há quem lute de todos os modos para ter abundância e, quando a consegue, passa a amá-la, e isso não é bom! Jesus disse que a quem muito foi dado, muito mais lhe será pedido (Lucas 12.48). A triste verdade é que quem ama a abundância jamais irá satisfazer-se com a renda que tem. Os alvos de tal pessoa mudam completamente, e ela passa a ver o mundo de forma diferente da que Deus quer que ela tenha.
Os bens devem ser encarados somente como ferramentas. Quem desobedece à exortação divina cai em laço. Com o tempo, o dinheiro e a abundância podem levar quem os ama a praticarem atos proibidos no intuito de obterem ainda mais riquezas. As cadeias estão cheias de pessoas que agiram desse modo. Sendo o Senhor o Seu Deus, Ele colocará em suas mãos o que for necessário. Só a Ele devemos servir e prestar culto!
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