“E o Espírito e a noiva dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, receba de graça a água da vida” (Ap 22.17)."
“Tenho sede” (Jo 19.28). É interessante pensarmos que o Criador de todos os rios, lagos e mares, fez esta confissão. Durante a sua vida terrena Ele ordenou com autoridade que os mares se acalmassem e naquele tormento não fez brotar um fio de água sequer para matar a sua sede. A verdade é que Jesus não usou o poder de Deus para beneficiar-se em nenhum momento. Mesmo quando Ele teve fome no deserto, Jesus recusou a proposta do diabo de transformar pedras em pães. Aquela sede não era apenas física. Ela representava toda a agonia de sua alma por causa da separação que o pecado havia provocado. Ele tinha sede de água, mas muito mais da presença e da comunhão com Deus. Davi orou certa vez: “Ó Deus, tu és o meu Deus; ansiosamente te busco. A minha alma tem sede de ti; a minha carne te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água” (Sl 63.1). Os sedentos deste mundo estão por toda parte. “Aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna” (Jo 4.13,14). A verdadeira fonte de águas vivas é Jesus, mas há muitos que preferem os bebedouros do diabo. Eles não têm a sua sede saciada, mas são enganados pelo maligno com um aparente alívio ou solução. A paz que o mundo oferece é passageira e nisto está a tristeza de Deus. Muitos que já beberam das fontes eternas tornaram aos velhos bebedouros onde os incrédulos continuam bebendo: “Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas” (Jr 2.13). Ouça o clamor do Espírito Santo. “Arrepende-te, diz o Senhor e volta para o caminho. Desista dos teus fracos esforços que não garantem paz, porque não podereis viver longe de Mim. Sou tua cura, teu perdão, tua esperança e a tua salvação”.
domingo, 27 de setembro de 2009
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